terça-feira, 30 de junho de 2015

Stand up: os pombinhos

Edison - 0598 - Os pombinhos

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Funerária?

Aí o cara, depois de muito esforço, compra uma perua e vai mostrar pros amigos. Tem sempre um pentelho que pergunta: "Funerária?"

AA 2015-06-28 - Funerária teu cu

domingo, 28 de junho de 2015

segunda-feira, 22 de junho de 2015

O romântico

Edison - 0595 - Romantismo

sábado, 20 de junho de 2015

Pra não dizer que eu não faltei com as cores

Edison - 0596 - Para colorir - dentista

Para colorir, antenado com a nova tendência.

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Piada velha. Muito velha.

Edison - 0594 - Piada velha de político

Sim, eu sei, essa piada é muito velha. Aliás, só não é mais velha do que a corrupção no Brasil. É do tempo do tostão, do tempo em que político ainda fazia discurso em palanque, do tempo, enfim, em que eles ainda ficavam bravos quando lhe chamávamos de corruptos.

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Camiseta egocêntrica

terça-feira, 16 de junho de 2015

Personagens unidos jamais serão vencidos

… só que não.

Edison - 9593 - Personagem de tirinha

sábado, 13 de junho de 2015

A relatividade das dietas

Edison - 592 - Dieta

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Flerte

Edison - 0590 - Flerte

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Mala acabada

Edison - 0589 - Não confunda - Malas

Tá, são um pouco infames, mas achei a ideia bonitinha…

sábado, 6 de junho de 2015

Mal educado

Edison - 0587 - Distraído no celular

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Evolução das Letras

A Teoria da Evolução das Espécies de Darwin ainda é muito mal compreendida pela maioria. Há desde pessoas que simplesmente não acreditam nela, interpretando a bíblia ao pé da letra, até aqueles que acham que a girafa tem pescoço comprido de tanto esticar para pegar frutos no alto das árvores (não, as características de uma espécie não se transmitem dessa forma).

A mudança de característica de uma espécie geralmente é um processo lentíssimo, não observável em uma única geração. Imagine quanto tempo levou para que o Homo (seja ele o sapiens, o soloensis, o neandertal ou qualquer outro mais que acabarem descobrindo) chegasse aonde chegou, e desenvolvesse a linguagem, a escrita, o computador.

Os primeiros homens, ou pelo menos aqueles que eram mais dotados de capacidade para produzir ferramentas, melhoraram sua chance na caça e no domínio do fogo, o que possibilitou a ingestão de diferentes tipos de alimentos e alguma proteção adicional contra os desígnios da Natureza. Tudo isso tornou a vida um pouco mais fácil e gerou sobra de energia para o desenvolvimento do cérebro, já então privilegado em relação às demais espécies.

A velocidade da evolução da tecnologia é crescente. Há não muito tempo, podia-se passar uma geração inteira sem que aparecesse algo de realmente novo. Pergunto-me até que ponto a melhoria tecnológica deixará de ser consequência da nossa própria evolução para tornar-se agente dela.

As novas tecnologias tornam tudo cada vez mais urgente. Elas mudam a nossa forma de ser e as nossas habilidades. Meu pai, por exemplo, utilizava régua de cálculo para fazer contas. Um amigo meu sabia dezenas de números de telefone de cor. Eu utilizava enciclopédia para pesquisar trabalhos escolares. Hoje, qualquer celular menos mequetrefe faz tudo isso por nós de forma muito mais fácil.

Graças à tecnologia, uma habilidade que venho perdendo a olhos vistos é a minha capacidade de escrever a mão. Não que eu tenha esquecido de como escrever, mas de tanto escrever usando um computador, minha caligrafia está involuindo para algo quase ilegível. As anotações que faço têm que ser passadas a limpo (no computador, é claro) enquanto me lembro mais ou menos do que escrevi.

Eis como a minha caligrafia se transformou nos últimos 30 anos:

Letras 1990

Artigo Techne 009

Artigo Techne 010

Artigo Techne 011

Artigo Techne 013

Artigo Techne 012

Claro que escolhi como ilustração o melhor e o pior de cada época, mas o pior e o melhor  correspondentes não estão muito longe dos exemplos acima.

Ainda falando dos “antigamentes”, a boa caligrafia era muito valorizada. Era legal ter uma letra bonita e em algumas profissões era quase mandatório. Existiam escolas de caligrafia – é verdade que ainda hoje existem, assim como ainda existem cursos de latim e cobol, mas não é algo que pessoas com necessidades e interesses comuns procurem.

Como no caso do pescoço da girafa, a minha letra feia não será transmitida aos meus futuros netos, mas o fato de eles começarem a utilizar o computador desde cedo e praticarem cada vez menos caligrafia, não é exatamente um indício de que as letras deles serão mais bonitas.

Nossa! Quanta besteira só pra justificar a minha letra feia! Grafologistas, é com vocês agora!

quinta-feira, 4 de junho de 2015

Foi Deus que mim deu


quarta-feira, 3 de junho de 2015

Guiado por Deus


terça-feira, 2 de junho de 2015

Mercedes

Entrei em um estacionamento agora há pouco e o atendente me orientou:
- O sr. pode parar ao lado daquele Mercedes branco ali. 
Querendo me socializar (odeio essa expressão) com ele, brinquei:
- Será que o dono do Mercedes não vai se sentir humilhado pelo meu Fiesta?
- Fica sossegado. É mulher...
Não entendi. Pelo sim, pelo não, parei umas vagas mais pra frente.
Related Posts with Thumbnails