sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Balanço literário 2014

Continuando uma “recente tradição”, segue a lista dos livros que li no ano de 2014.

Um dia, ainda terei saco paciência de escrever uma resenha sobre cada um deles, com recomendações etc., do mesmo jeito que a Manu faz no blog dela (Here Comes the Zombie), mas por enquanto fiquem só com a lista:

1 O herói discreto Mario Vargas Llosa
2 O inocente Harlan Coben
3 Jazz & co. Vinícius de Moares
4 1565 Enquanto o Brasil nascia Pedro Doria
5 O supercampeão Orlando Duarte e Mário Vilela
6 Os números do jogo Chris Anderson e David Sally
7 O urso e o dragão Tom Clancy
8 1889 Laurentino Gomes
9 1222 Anne Holt
10 Alta tensão Harlan Coben
11 Philomena Martin Sixsmith
12 Queda de gigantes Ken Follet
13 Brasil - Uma história Eduardo Bueno
14 Inverno no Mundo Ken Follet
15 Palavras e origens Gabriel Perissé
16 O primo Basílio Eça de Queirós
17 Bellini e o demônio Tony Bellotto
18 Clóvis Dardentor Júlio Verne
19 As areias do tempo Sidney Sheldon
20 Pantaleão e as visitadoras Mario Vargas Llosa
21 São Paulo - uma aventura radical Eduardo Emílio Fenianos
22 Kaputt Curzio Malaparte
23 Aspectos da história da Engenharia Civil em São Paulo Nestor Goulart Reis Filho
24 Como coelhos Ralf König
25 O Palácio do Café -
26 São Paulo Railway Militão Augusto de Azevedo
27 A loja de tudo - Jeff Bezos e a era da Amazon Brad Stone
28 As cem melhores crônicas brasileiras Vários
29 A grande história dos Mundiais 1930, 1934 e 1938 Max Gehringer
30 O gerente de projeto preguiçoso Peter Taylor
31 Novembro de 63 Stephen King
32 The bluffer's guide to Jazz Paul Barnes e Peter Gammond
33 A grande história dos Mundiais 1950, 1954 e 1958 Max Gehringer
34 O bibliotecário do imperador Marco Lucchesi
35 The bluffer's guide to Sex Rebecca Newman
36 O mundo segundo Bill Gates Lisa Rocak
37 Ressurreição Machado de Assis
38 Lincoln Doris Kearns Goodwin
39 The bluffer's guide to James Bond Mark Mason
40 A grande história dos Mundiais 1962, 1966 e 1970 Max Gehringer
41 1789 Pedro Dória
42 E não sobrou nenhum (O caso dos dez negrinhos) Agatha Christie
43 1932 - São Paulo em crise João Paulo Martino
44 The bluffer's guide to Management John Curtis e Elizabeth B. Rathcliffe
45 Militão Augusto de Azevedo Vários
46 Sob a redoma Stephen King
47 A mão e a luva Machado de Assis
48 A eternidade por um fio Ken Follet
49 A esculhambação geral da República José Simão
50 1942 - O Brasil e a guerra quase deconhecida João Barone
51 O ócio criativo Domenico de Mais
52 Uma breve história do Brasil Mary del Priore
53 As crônicas de gelo e fogo - volume 1 George R.R. Martin


Uma curiosidade: desses 53 livros, 24 foram lidos no formato digital (Kindle), não por coincidência, quase todos os últimos da lista.

2 comentários:

Emmanuella Conte disse...

Começando respondendo ao seu comentário no meu post: eu lembro de ter dito sobre ter colocado Zafón na lista, mas até hoje não providenciei! Que vergonha! hahaha

Sobre a sua lista: li alguns desses anteriormente (o que achou de Sob a Redoma? O final não era o que eu esperava e confesso que achei "viajado", mas os outros aspectos me deixaram emocionada), mas queria saber especialmente se você recomenda Ken Follet! Eu sei que a obra dele já é considerada clássica, mas eu nunca tive contato e gostaria de uma recomendação pessoal, haha.

Obrigada por mais um ano de companhia, Edison! Beijão!

Edison Junior disse...

Minha impressão de Sob a Redoma foi mais ou menos igual à sua. O primeiro livro que eu li do Stephen King foi Novembro de 63 (tá na minha lista, portando foi relativamente recente) e gostei muito, por isso esperava mais de Sob a Redoma - a explicação que ele dá para o fenômeno é muito fácil e os personagens caricatos demais - mas achei divertido.
Quanto a Ken Follet, já li várias coisas dele. É para quem gosta de romance histórico, com personagens reais misturados na ficção. Pilares da Terra é sensacional, bem como a sua continuação (se bem que nem tanto). Essa última trilogia dele (Queda de Gigantes, Inverno no Mundo e A eternidade por um fio) transcorre ao longo do século XX e é muito boa.
Aliás, as trilogias estão na moda agora e acho que Ken Follet deve ser um dos pais da ideia.
Beijão!

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