quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Vergonha do médico

Dedicada às pessoas que têm vergonha de contar seus problemas ao médico.

Edison - 0501 - Vergonha do médico

terça-feira, 26 de agosto de 2014

O troco

Edison - 0501 - O troco

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Handkerchief

Lá pelo início do último quartil do século passado, lá estava eu no meu primeiro ano de União Cultural Brasil-Estados Unidos, aprendendo a duras penas os primeiros passos da língua anglo-saxônica. Mais precisamente, era o primeiro semestre do curso de inglês. Numa das primeiras lições nosso vocabulário foi enriquecido com a palavra handkerchief (lenço).

Misturada entre boy, girl, father, mother, book, table e outras palavras igualmente simples, hankerchief causou um grande impacto como se pode imaginar. A professora, nunca me esqueci disso, abriu um dicionário etimológico para tentar explicar o por quê de um nome tão complicado para uma coisa tão simples.

Nesse momento, enquanto lia, ela teve um ataque de riso desses de sair lágrimas dos olhos, e dizia, “oh, é muito engraçado, ahaha, muito engraçado…!”, e continuava rindo. A classe, atônita, aguardava ansiosamente pela explicação, já antegozando uma boa risada. Para nossa decepção, no entanto, a professora nos contou que a explicação era muito complexa para que entendêssemos com o nosso parco inglês e seguiu com a aula.

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Vez por outra, essa historinha me passa pela memória, mas nunca me lembro de procurar a etimologia de handkerchief ou, quando me lembro, não tenho a ferramenta à mão. Hoje, finalmente, joguei no gúgol “handkerchief etymology” e obtive a tão esperada resposta (adaptação e tradução livre):

(…) hand + kerchief, sendo que kerchief vem do francês kovrechief uma "peça de pano utilizada para cobrir parte da cabeça", do ânglo-francês courchief ou do francês antigo couvrechief, literalmente "cobertura de cabeça". A partir do século 14, tornou-se uma peça carregada nas mãos para limpar o rosto, daí o "handkerchief."

40 anos depois, continuo no escuro… por quê a professora teria achado tanta graça nisso?

domingo, 24 de agosto de 2014

Desafio do balde

Aproveito a moda do desafio do balde para homegear dois amigos, Hans Müller e Antônio Prado, com essa tirinha cujo roteiro foi ligeiramente surrupiado adaptado do Dr. Pepper (clique aqui).

Edison - 0500 - Desafio do balde

domingo, 17 de agosto de 2014

3 minutos

Edison - 0499 - 3 minutos

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Papo de barbeiro

Edison - 0498 - Papo de barbeiro

Advertência: não recomendamos esse tipo de mal-criação com um cara que tem uma tesoura na mão e uma navalha na sua garganta.

domingo, 10 de agosto de 2014

Herói

Em agosto de 1977, o Sargento Sílvio Delmar Hollenbach passeava no zoológico de Brasília com sua família, quando ouviu os gritos de uma criança que havia caído no fosso das ariranhas. Ariranha, para quem não sabe, é uma espécie de lontra, também conhecida como onça-d’água.

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Sem pensar duas vezes, ele atirou-se no fosso e conseguiu tirar o menino de lá. As ariranhas, no entanto, assustaram-se com a movimentação em seu “lar” e, pressentindo uma ameaça às suas próprias crias, atacaram o sargento, cravando seus poderosos dentes em suas pernas e ferindo-o mortalmente (morreu de infecção no hospital). Isso tudo com a sua mulher e quatro filhos assistindo à cena, impotentes.

Sílvio é um herói na acepção mais pura da palavra. Trocou sua vida pela de outro ser humano que nem conhecia. Poucas, pouquíssimas pessoas fariam o mesmo que ele.

Em plena ditadura militar, o jornalista Lourenço Diaféria escreveu uma crônica ressaltando o feito do herói, porém, aproveitou o ensejo para cutucar a instituição do exército como um todo (leia aqui). Por conta disso, Diaféria foi preso.

Aliás, lembrei-me dessa história porque estou lendo uma coletânea de crônicas brasileiras e me deparei com essa do Diaféria, que me trouxe à lembrança todos esses fatos que acompanhei à época pelos jornais. Depois que li, fiquei imaginando o que teria acontecido com o menino que foi salvo. Estará vivo? Terá se tornado uma pessoa minimamente boa?

Graças ao tio gúgol, descobri que ele está vivo. Infelizmente, não sei o que pensar da segunda pergunta. Simplesmente, ele e sua família não querem mais falar do assunto. Compreendo o trauma, mas eles nunca ligaram ou sequer mandaram um cartão de Natal para a família do homem que o salvou.

Família essa que vai bem, segundo consta. Devem estar, muito justamente, celebrando  a memória de seu pai hoje.

sábado, 9 de agosto de 2014

Fotos inúteis

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terça-feira, 5 de agosto de 2014

Sobre horóscopos

Edison - 0497 - Horóscopo

sábado, 2 de agosto de 2014

Eu quero uma casa no campo…

Edison - 0496 - Casa no campo

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