quinta-feira, 31 de julho de 2014

Quem vê pensa que…

Edison - 0495 - Timidez

terça-feira, 29 de julho de 2014

Tem gente com a mão amarela

Edison - 0494 - Vírus do Facebook

segunda-feira, 28 de julho de 2014

sábado, 26 de julho de 2014

Julinho da Adelaide

julinho-da-adelaide1

Em maio de 1995, a Rádio USP FM apresentou uma entrevista com Julinho da Adelaide, compositor de músicas como Acorda Amor (“chama o ladrão”) e Jorge Maravilha (“você não gosta de mim, mas sua filha gosta”). Essa entrevista foi ao ar no programa Memória, apresentado por Milton Parron, e eu tive a boa ideia de gravar em fita cassete.

Julinho da Adelaide era o pseudônimo utilizado por Chico Buarque no início dos anos 70, quando a censura tava brava pro lado dele. Na verdade, tava brava pro lado de todo mundo, mas a partir de um certo momento, a censura passou a podar simplesmente todas as músicas do Chico, e Julinho da Adelaide foi a figura que ele criou para burlar essa perseguição. Passou ileso pela censura com músicas que jamais passariam sob o nome de Chico Buarque e ainda por cima deu uma bela gozada da cara dos censores.

Essa entrevista gravada em 1974, foi feita por Mário Prata e Melchiades Cunha Junior, e publicada no jornal Última Hora, em São Paulo. Óbvio, o áudio não foi divulgado na época, mas mesmo assim, pouco tempo depois, desvendou-se a identidade de Julinho e a brincadeira acabou.

Minhas fitas estavam bem guardadas com uma grande amiga e agora as digitalizei.  A duração total é de quase 1 hora, mas vale a pena. A entrevista é muito engraçada e é um retrato colorido de tempos em branco e preto. Para conhecer ou lembrar.

Seguem os links divididos por partes:

http://www.4shared.com/mp3/RXpzDoQDce/Rdio_USP_1995_-_Julinho_da_Ade.html

http://www.4shared.com/mp3/m9g3pSb6ce/Rdio_USP_1995_-_Julinho_da_Ade.html

http://www.4shared.com/mp3/vCWmvkNBce/Rdio_USP_1995_-_Julinho_da_Ade.html

http://www.4shared.com/mp3/hJIQYM-Iba/Rdio_USP_1995_-_Julinho_da_Ade.html

http://www.4shared.com/mp3/IMepjVNOce/Rdio_USP_1995_-_Julinho_da_Ade.html

http://www.4shared.com/mp3/YqH7n2Izce/Rdio_USP_1995_-_Julinho_da_Ade.html

http://www.4shared.com/mp3/pouu2c5Jba/Rdio_USP_1995_-_Julinho_da_Ade.html

http://www.4shared.com/mp3/X1slDYMDba/Rdio_USP_1995_-_Julinho_da_Ade.html

P.S. Estou republicando esse post, pois o anterior estava com os links quebrados.

 

 

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Insônia

Edison - 0492 - Dormindo juntos

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Um pequeno passo para o Homem

Complementando o post anterior, acrescento mais um “salto”, que foi o dos nossos ancestrais das árvores para o chão.

O que o passo do homem na Lua teve de diferente em relação aos demais feitos, é que além de ter sido o único acompanhado ao vivo pelo restante da Humanidade, ele foi motivado pelo desafio científico (e político) e não para satisfação de uma necessidade imediata, como ir em busca de alimentos ou comerciar.

De resto, o que esses saltos tiveram em comum entre si foi o fato de que seus efeitos e consequências só são totalmente compreendidos e usufruídos pelas gerações posteriores de quem os deu.

pisada na lua

terça-feira, 22 de julho de 2014

Um grande salto para a Humanidade

As pessoas da minha geração tiveram a oportunidade de acompanhar, há 45 anos, um dos grandes saltos da Humanidade, comparável à migração dos nossos ancestrais da África para a Europa e as grandes Navegações no final do século XV. Talvez o pouso na Lua tenha sido um pouquinho menos heroico, mas nem por isso deixou de ser um grande salto.

Em 20 de julho de 1969, o módulo lunar Águia, da missão Apolo 11, comandado por Neil Armstrong, pousava na Lua e deixava o mundo de boca aberta. No dia 24 decolou de lá e voltou para casa, são e salvo, carregado de pedrinhas.

O vídeo abaixo é uma homenagem muito legal às 400 mil pessoas que trabalharam ao longo de muitos anos para que 12 astronautas alcançassem o nosso satélite natural.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Pontos e vírgulas

Edison - 0491 - Pontos e vírgulas

Eu sempre me pergunto onde vão parar os pontos e vírgulas daquelas pessoas que falam sem parar.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Dia de sorte

Edison - 0490 - Dia de sorte

terça-feira, 15 de julho de 2014

Olha o namorado aí, gente!

AA - Cartaz Namorado fresco

domingo, 13 de julho de 2014

Sem mais comentários

Edison - 0489 - Copa do Mundo 2014

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Na boa, em 82 doeu mais. E em 50 deve ter doído muito mais.

Estatisticamente, no futebol, como de resto em qualquer esporte competitivo, a probabilidade ao longo do tempo de seu time ser campeão é muito menor do que não ser. Falando de forma mais simplista, seu time pode ganhar 80% das partidas de um campeonato (e você ficar feliz em quatro a cada cinco jogos do seu time), mas se algum outro time vencer 81%, adeus campeonato.

Estou acompanhando esse mi-mi-mi pela derrota fragorosa frente a Alemanha. Vai das piadinhas recicladas e adaptadas, a maior parte sem graça nenhuma, até o desamparo total, vergonha do país, falência do futebol brasileiro etc. Mas que exagero! Perder dói, claro que dói, principalmente quando se cria uma espectativa positiva, seja ela falsa ou não. Vi até comparações de muito mal gosto entre o massacre alemão de ontem com o holocausto.

Agora, aqui entre nós, vivi a derrota de 82 e posso afirmar que doeu muito mais. O time era muito bom, jogava um futebol bonito de se ver. Tínhamos Zico, Falcão, Sócrates. Éramos favoritíssimos por isso e não por falso ufanismo. Nosso futebol era melhor que o da Itália. Até o último minuto de jogo poderíamos ter feito um único e miseravelzinho gol e mudado a sorte da Copa. Coisas do futebol. Todos os amantes do esporte, mesmo os não brasileiros, acharam uma pena. Sério, nem dormi de noite.

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A foto acima estampou uma antológica capa do Jornal da Tarde
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o dia seguinte ao jogo de 1982 com a Itália

A Copa de 50 não vi, mas pelo que se lê e se ouve a respeito, deve ter sido ainda pior. Porque também estávamos jogando muita bola. Porque o resultado nos era favorável até o final do jogo. Porque a Copa foi disputada aqui. E, principalmente, porque ainda não havíamos sido campeões nenhuma vez.

A derrota de ontem também foi dura. Foi em casa. Mas, futebolisticamente falando, a Alemanha está jogando de forma muito mais consistente que o Brasil. Uma derrota é um resultado normal, o anormal foi o placar de basquete. Como eu falei no post anterior, depois do terceiro gol, não senti mais dor nenhuma. Fiquei anestesiado. Mal comparando, se o Brasil houvesse ganho da Alemanha ontem, para a história do futebol teria sido como foi a vitória italiana sobre nós em 82.

Mas, sempre é bom lembrar, não é o fim do mundo, É SÓ FUTEBOL! Então, bola pra frente! Ainda estamos entre os quatro melhores do mundo, mas precisamos mudar muita coisa na estrutura desse esporte no Brasil se quisermos reconquistar o topo do pódio. Não nos esqueçamos que nas duas últimas copas, todos os finalistas eram europeus (com grande chance de repetir a dobradinha este ano).

Isso não é por acaso e nem só pela grana. Os campeonatos deles são muito melhores e mais organizados que os nossos. A estrutura em geral é muito melhor. É nisso que temos que focar. O problema é que não traz resultados imediatos. A própria Alemanha, por exemplo, começou esse trabalho em 2006 2002 (*), justamente após perder a final da Copa para o Brasil.

A propósito, fico muito mais chateado quando o meu time perde do que quando a seleção perde.

(*) correção de data, o que torna ainda mais significativa a preparação alemã.

No topo do ranking da Educação

Edison - 0488 - Topo do ranking!

terça-feira, 8 de julho de 2014

Minhas considerações antes que a Copa acabe

A Copa da Corrupção
A Copa das Copas
A Copa das Surpresas

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Durante os últimos quatro anos, a maior parte do que se falou sobre a Copa referiu-se aos gastos com obras e a corrupção, inevitavelmente atrelada, que consumiu enormes quantias do nosso rico dinheirinho para construção dos palcos para a festa. As chamadas “obras de mobilidade urbana” foram prometidas e algumas até foram cumpridas, como se elas não fossem necessárias mesmo que não houvesse Copa, como se não fossem uma tarefa normal de um governo – em qualquer nível. Segundo a própria Presidenta, a Fifa pediu “apenas” 8 estádios para realização do evento, mas a pressão dos Estados fez com que fossem contruídos 12, quatro a mais!

Apesar de tudo, finalmente começou o espetáculo. Segundo a imprensa nacional e estrangeira, esta é a melhor Copa de todos os tempos, a Copa das Copas! É bem possível mesmo, tá bonita a festa! Pessoas que torciam contra a sua realização, agora torcem a favor do Brasil. Só me pergunto se a festa não teria sido igualmente bonita apenas com os 8 estádios exigidos pela D. Fifa, provavelmente não teria feito diferença nenhuma, a não ser na contagem de votos em Outubro.

Tecnicamente, porém, a Copa das Copas deixa muito a desejar. Não tem nenhuma seleção jogando o fino da bola. Alguns jogadores até se destacaram, como o Neymar, que carregou o Brasil nas costas até o jogo contra o Chile, quando foi caçado em campo e desde então nada de muito útil produziu, até que foi definitivamente retirado da Copa no jogo contra a Colômbia. Incluo nessa lista o argentino Messi, que pega uma ou duas bolas por jogo e liquida a fatura, o holandês Robben, um cavalo que corre o jogo todo com muita técnica, e o alemão Müller, que joga no estilo dos anos 70, com os meiões arriados.

A primeira rodada até prometia, com a Alemanha e a Holanda dando um banho em rivais de grande porte, como Portugal e Espanha, respectivamente. Prometia muito. Mas o que se viu depois foram as dificuldades das grandes seleções para vencer adversários menos tradicionais. Com o preparo físico tendo peso cada vez mais relevante perante a técnica, times que se fecham na defesa e partem para o contra-ataque em busca de oportunidades isoladas acabaram se dando bem. Seus goleiros apareceram bastante, por sinal. Apesar disso, emoção não faltou.

Nas semi-finais, para usar uma antiga expressão do meu pai, finalmente separaram-se os homens dos meninos! Brasil, Alemanha, Argentina e Holanda protagonizarão um espetáculo de encher os olhos, espero. Qualquer que seja o resultado final, acho que o título estará em boas mãos. Mesmo não tendo um time que inspire muita confiança e sem nossa principal peça, creio que o Brasil ainda tem chances de levar o caneco.

E no jogo de hoje, Brasil x Alemanha, reside a maior surpresa dessa Copa para mim. Segundo o comentarista Juca Kfouri disse com muita propriedade, será o jogo do Futebol Força contra o Futebol Arte. A surpresa é que nessa Copa, o Futebol Força está mais representado pelo Brasil e o Futebol Arte está mais do lado Europeu (incluída aí a Holanda).

Bom jogo! E que vença o melhor!

P.S. após o 7 a 1. O melhor venceu e me contradisse. A Alemanha jogou o fino da bola e nos derrotou implacavelmente. Definitivamente, temos que repensar o futebol no Brasil, desde as categorias de base nos clubes até a organização de nossos campeonatos. Essa seria uma grande oportunidade, mas provavelmente será perdida, pois jogaremos a culpa da hecatombe nas costas de alguém ou mesmo do acaso.

P.S. do P.S. A derrota em 1982 doeu muito, mas muito mais. Além de nosso time à época ser muito melhor e dar gosto de assitir, ontem, depois do terceiro gol, me senti anestesiado, não senti mais nada.

Temática adulta

Como diz o José Simão, “tirem as crianças da sala!”

Edison - 0487 - Um negócio especial

segunda-feira, 7 de julho de 2014

A evolução do tomar remédio

Edison - 0486 - A evolução do tomar remédio

domingo, 6 de julho de 2014

Fiapos de nuvens

Hoje um pouco mais cedo, o céu estava assim perto de casa. Dizem que é sinal de chuva próxima. Será? Sei lá… em todo caso, estava muito bonito.

2014-07-06 Céu de SBC 012014-07-06 Céu de SBC 02

terça-feira, 1 de julho de 2014

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