sexta-feira, 30 de maio de 2014

A melhor piada do mundo

Edison - 0474 - A melhor piada do mundo

Quem garante que essa é a melhor piada do mundo é um psicólogo inglês, depois de uma pesquisa de mais de um ano pela internet. Se eu tivesse participado da pesquisa, provavelmente não votaria nessa, mas até que é boazinha.

Roubei esse roteiro no blog da Manu, Here Comes the Zombie. Só tome cuidado para não morrer de rir.

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Conhecendo o cônjuge

Edison - 0473 - Conhecendo o cônjuge

domingo, 25 de maio de 2014

Me desculpa, Bradesco, mas ISSO é bra!

Isso é Bra!

- O Bradesco deseja tudo de bra pra você!

Foi assim que o atendente do banco se despediu de mim outro dia desses.

Algumas propagandas criam um bordão que caem no gosto popular e ajudam a fixar a marca junto ao seu público. Lembro-me do Guaraná Antártica na década de 70 com o seu “Boko Moko”, expressão utilizada para classificar algo fora de moda, ultrapassado. Mais recentemente, o bordão “Sabe de nada, inocente!”, que aparece na propaganda da OLX, também achou o seu espaço.

Pode-se gostar da expressão ou não, mas não interessa, dali a pouco começa-se a ouvi-la na rua ou tropeçar nela na internet.

É preciso sorte da marca, pois ganha uma divulgação muito maior do que a planejada. Porém, entre um bordão e outro que dá certo, a maior parte dá com os burros n’água, só para usar uma expressão bem boko moko.

É o que parece que vai acontecer com o “bra”, da campanha do Bradesco. Entendo a associação do bra do nome do banco com o bra de Brasil em ano de Copa. A ideia é boa, mas, mesmo assim, sei lá, soa muito forçado falar algo como “futebol com churrasco é bra” ou “paquera no final da tarde é bra”.

Além disso, toda vez que eu escuto a propaganda só me lembro das imagens acima e não do banco.

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Imaginação infantil… será mesmo?

Edison - 0472 - Bala perdida

Sinceramente, achei meio triste essa…

terça-feira, 20 de maio de 2014

Sobre os livros e a leitura–parte 2

Quino - Livros são bons amigos

“Os livros são os mais silenciosos e constantes amigos; os mais acessíveis e sábios conselheiros; e os mais pacientes professores.”
Charles W. Elliot (EUA)

“Se tens um jardim e uma biblioteca, tens tudo.”
Marco Túlio Cícero (Itália)

“A leitura de um bom livro é um diálogo incessante: o livro fala e a alma responde.”
André Maurois, (França)

“Dupla delícia: o livro traz a vantagem de a gente poder estar só e ao mesmo tempo acompanhado.”
Mário Quintana (Brasil)

“Que nunca o livro fique longe de tua mão e de teus olhos.”

São Jerônimo (Dalmácia)

“Ler é beber e comer. O espírito que não lê emagrece como um corpo que não come.”
Victor Hugo (França)

“Quando você relê um clássico, você não vê mais no livro do que havia antes; você vê mais em você do que havia antes.”
Clifton Fadiman (EUA)

“Não há livros morais nem imorais. O que há são livros bem escritos ou mal escritos.”
Oscar Wilde (Irlanda)

“Uma boa leitura dispensa com vantagem a companhia de pessoas frívolas.”
Marquês de Maricá, pseudônimo de Mariano José Pereira da Fonseca (Brasil)

“Um livro deve ser o machado que partirá os mares congelados dentro de nossa alma.”
Franz Kafka (República Checa)

“Onde eu não estou, as palavras me acham.”
Manoel de Barros (Brasil)

“Livro bom é o que é aberto com expectativa, e fechado com deleite e aproveitamento.”
Amos Alcott (EUA)

“A leitura é uma fonte inesgotável de prazer, mas, por incrível que pareça, a quase totalidade das pessoas não sente esta sede.”
Carlos Drummond de Andrade (Brasil)

(incrível mesmo, Carlos)

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Sobre os livros e a leitura–parte 1

Ricardo Liniers - Cheiro de livro novo

“Muitos homens iniciaram uma nova era na sua vida a partir da leitura de um livro.”
Henry David Thoreau (EUA)

“Acho a televisão muito educativa. Todas as vezes que alguém liga o aparelho, vou para outra sala e leio um livro.”
Groucho Marx (EUA)

“Devemos ler para oferecer à nossa alma a oportunidade de luxúria.”
Henry Miller (EUA)

“O livro é uma das possibilidades de felicidade de que dispomos.”
Jorge Luis Borges (Argentina)

“É o que você lê quando não tem que fazê-lo que determinará o que você será quando não puder evitar.”
Oscar Wilde (Irlanda)

“O livro é um mudo que fala, um surdo que responde, um cego que guia, um morto que vive.”
Pe. Antônio Vieira (Portugal)

“Quem não vê bem uma palavra, não pode ver bem uma alma.”
Fernando Pessoa (Portugal)

“O mais belo triunfo do escritor é fazer pensar os que podem pensar.”
Eugène Delacroix (França)

“A leitura... esse vício impune...”
Valéry Larbaud (França)

“É ainda possível chorar sobre as páginas de um livro, mas não se pode derramar lágrimas sobre um disco rígido.”
José Saramago (Portugal)

“Sempre imaginei o paraíso como uma grande biblioteca.”
Jorge Luis Borges (Argentina)

“Que progresso nós estamos fazendo! Na idade média teriam queimado-me. Agora estão contentes em queimar meus livros.”

Sigmund Freud (República Checa)

“Onde se queimam livros, cedo ou tarde, se queimam homens.”
Heinrich Heine (Alemanha)

(Pelo visto Freud não conhecia Heine)

domingo, 18 de maio de 2014

sábado, 17 de maio de 2014

Se não fosse pelo meu dinheiro...

Edison - 0470 - Se não fosse pelo meu dinheiro...

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Poupe-me, por favor!

Bilhete do estacionamento do Poupatempo.

AA - Bilhete estacionamento Poupa Tempo

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Rapaz no confessionário

Edison - 0469 - Rapaz no confessionário

terça-feira, 13 de maio de 2014

Moça no confessionário

Edison - 0468 - Moça no confessionário

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Simples ou complicado?

Edison - 0467 - Simples ou complicado

Essa é uma escolha sempre fácil pra mim.

domingo, 11 de maio de 2014

A Rainha do Lar!

Com esta tirinha termino a trilogia em homenagem às Rainhas do Lar! Beijão, mãe!

Edison - 0464 - Rainha do lar

O Ministério da Mulher adverte: contém doses de ironia...

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Mamãe protetora

Edison - 0466 - Mamãe mafiosa

terça-feira, 6 de maio de 2014

Mamães corujas

Na semana do Dia das Mães, que tal umas tirinhas temáticas?

Edison - 0465 - Mamães corujas

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Final de feriado, manhã de 2ª feira

Se eu jogar Campo minado hoje, vai ser assim…

Edison- 0463 - 2ª de manhã

Adaptada de uma figurinha que vi por aí, mas infelizmente não conheço o autor para dar o devido crédito.

domingo, 4 de maio de 2014

O Álbum da Copa, com o perdão do cacófato

Durante minha caminhada matinal hoje, avistei uma aglomeração em frente a uma banca de jornais.

2014-05-04 10.29.57

Quando cheguei perto notei que o pessoal estava trocando figurinhas da Copa. Que febre isso! Até a minha mãe está colecionando (né, mãe?) Caminhei mais uns passos e cruzei com um senhor que me falou: “No meu tempo, a gente conseguia as figurinhas que faltavam era no bafo mesmo. Não tinha essa de trocar não…!”

Foi engraçado, mas trata-se de uma meia (outro cacófato…) verdade. Trocávamos também, mas havia essa competição pelas figurinhas no bafo. Havia figurinhas mais difíceis, que só eram colocadas na mesa segundo um critério de valores (1:2, 1:3 etc.) No entanto, o que era pra ser apenas uma competição baseada na habilidade de criar vácuo com a mão para virar a figurinha, aos poucos foi se tornando uma competição de malandragem, em que diversos truques ilícitos ajudavam ao mais “esperto”. Acho que por isso deixou de ter graça.

Nesses mesmos velhos tempos, em que as empresas que publicavam as figurinhas não eram obrigadas a disponibilizar avulsas as que faltaram para os colecionadores, havia figurinhas que eram mais difícies que as outras. Tinham até um carimbo (daí a origem da expressão “figurinha carimbada” para designar uma pessoa rara, especial.)

Eram tão difícies, que os álbuns podiam se dar ao luxo de oferecer prêmios para quem completasse determinadas páginas. Dentre os prêmios havia utensílios domésticos, tais como panelas, batedeiras etc. Não sei que gênio de marketing na época achou que isso estimularia as crianças, mas até que devia dar certo. Eu me lembro que queria muito ganhar um prêmio desses só para dar para a minha mãe.

Ou talvez para estimulá-la a me dar mais dinheiro para comprar figurinhas (né, mãe?)

sábado, 3 de maio de 2014

Como dizia Jack, o Estripador, vamos por partes…

Eu gosto de resolver problemas aos poucos. Um grande problema que às vezes nos parece insolúvel à primeira vista, geralmente pode ser decomposto em problemas menores com soluções mais simples. Daí, é só uma questão de tempo até que o tenhamos totalmente resolvido. É um velho chavão, mas uma longa caminhada é feita um passo de cada vez.

Porém, não dá pra achar que absolutamente tudo pode ser resolvido assim. Há coisas que têm que ser feitas de uma vez só.

Já que estamos falando de Jack, com o perdão do trocadilho, gosto de citar como exemplo de exceção à regra uma velha piada dos inglêses. Um dia, a Grã Bretanha resolveu que iria mudar a mão de direção das suas ruas para ficar igual ao resto do mundo (não, não é essa a piada). Dada a magnitude do problema, resolveram dividi-lo em partes. Assim, no primeiro mês a mão seria invertida apenas para os ônibus e caminhões e no seguinte para os carros. Claro que não ia passar do primeiro dia sem ocorrer uma catástrofe.

Mas o que é piada lá fora, no Brasil temos o hábito de torná-las realidade. Vejam o que está acontecendo numa rua movimentada atrás de onde moro, em São Bernardo.

A rua tem (ou tinha) duas mãos de direção em frente a uma escola. Com o intuito de melhorar o tráfego na hora da saída dos alunos, a Prefeitura está mudando a rua para mão única até um determinado quarteirão. O gerúndio “está mudando” é perfeitamente cabível nesse caso, pois há três dias pintaram toda a sinalização de piso, mas não mudaram a sinalização vertical, ou seja, não apenas mantiveram as placas antigas que sugerem o duplo sentido da rua, como não instalaram as novas placas de contra-mão e de conversão obrigatória.

Resultado, em 2 minutos que fiquei parado na esquina observando, pude flagar diversas situações de risco. Resta torcer para que não aconteça nenhuma cagada nada de ruim até completarem o trabalho.

 

2014-05-02 - Barbeiragem de sinalização 01 - Cópia

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Sexta-feira é dia de feira!

Adoro quando tem feriado às sextas-feiras, pois é dia de almoçar pastel na feira que armam atrás da rua de casa. Portanto, hoje é dia!

Há feiras em todos os outros dias da semana em outros locais, mas essa ocasião é especial, pois é uma sexta-feira (quem não gosta das sextas?), estou de folga em casa (maravilha!), é só atravessar a rua (beleza!) e o pastel daqui é uma delícia (o que você quer mais, hein?)!

Por falar em haver feiras todos os dias, sempre achei que era por isso que os dias se chamavam segunda-feira, terça-feira etc. Intrigava-me o fato de haver feiras aos sábados e domingos também, mas atribuia isso aos liberalismos do comércio.

Ledo engano! Aprendi no ótimo livro de etimologia Palavras e Origens, de Gabriel Perissé, que a palavra feira (essa do dia da semana) vem da palavra latina feria, que significa festa religiosa, portanto, uma herança da liturgia católica.

Uma vez tive que explicar os nomes dos dias da semana para um amigo americano e acabo de descobrir que expliquei-lhe tudo errado. Que vergonha! Só mesmo comendo um pastel para esquecer isso.

Já volto.

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