quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

O grande amor de Eva

Edison - 426 - O amor de Eva

domingo, 26 de janeiro de 2014

Anestesia

Agora explico o porquê do filme Awake – A vida por um fio (vide post anterior) ter me causado tanta impressão.

Felizmente, eu nunca precisei ser submetido a uma cirurgia de médio ou grande porte, porém, já tomei anestesias para pequenos procedimentos como, por exemplo, tratamentos de canal e endoscopias (aliás, tenho várias no meu currículo). Noto que algumas vezes (nem sempre) a anestesia tem que ser reforçada porque, por alguma razão, não pega direito em mim. Isso aconteceu mais uma vez na semana passada, quando fiz minha última endoscopia. É provável que quando eu assisti o filme eu tenha projetado mentalmente minha própria incompatibilidade com anestesias e me vi na mesa de cirurgia – claro, isso é psicologia básica de botequim.

Esse tipo de anestesia que se dá para o exame de endoscopia normalmente não derruba totalmente, pois temos que responder a estímulos durante o exame, como virar de lado, engolir e por aí vai, ou seja, algum nível de percepção do que está ocorrendo nós temos na hora. Nas primeiras endoscopias que eu fiz, e lá se vão muitos anos, elas eram feitas sem anestesia mesmo, um processo bastante incômodo.

Posso estar errado, mas mesmo anestesiados e semi-conscientes continuamos a sentir o tal desconforto, pois da mesma forma ouvimos e reagimos às orientações do médico, apenas não nos lembramos disso depois. Daí me pergunto: se não nos lembramos de alguma coisa depois que ela ocorre, por mais horrível que tenha sido, é como se ela não houvesse ocorrido?

Voltando ao meu exame, não me lembro de nada do que ocorreu na hora e muito pouco da hora seguinte, mas sei que me recomendaram da próxima vez fazer o exame num hospital, pois lá eles teriam anestesias mais fortes. Um claro sinal de que devo ter dado trabalho, portanto, senti muito incômodo na hora. Mas, para todos os efeitos, é como se não houvesse ocorrido.

É tudo tão estranho…

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

A vida por um fio

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Se eu tivesse que citar o filme que houvesse me causado mais medo, minha escolha seria Awake – A vida por um fio. Não por causa dos sustos baratos que a gente leva em filmes de suspense nem pela trama em si, mas pela situação a partir da qual ele se desenvolve.

Resumidamente, o ator principal vai ser submetido a um transplante de coração que será realizado por um médico que é seu amigo. A equipe já está na sala de cirurgia, batendo aquele papo descontraído para relaxar o paciente enquanto o anestesista começa o seu trabalho. Aqui cabe um parênteses: na introdução do filme somos informados que em 0,14% dos casos de anestesia o paciente fica sedado, porém mantém o sua consciência e percebe o que está acontecendo na sala. Fecha parênteses e volta ao filme. O papo na sala de cirurgia continua rolando e o paciente parece participar da conversa fazendo alguns comentários, mas aos poucos percebe-se uma certa indiferença dos demais quanto a ele.

Nós, ele e os espectadores, começamos a perceber que ele já está anestesiado e que o médico está se preparando para abri-lo. Desesperadamente ele tenta gritar para pedir que parem, para informar que ainda estava acordado. Nós também queremos avisar. Esforço inútil, somente seu cérebro estava desperto. O médico tasca-lhe o bisturi no peito e ele dá um dos gritos mais apavorantes que já ouvi. O grito é de puro medo, uma vez que ele realmente não sente absolutamente nada. Bom, termino aqui a minha resenha que é para não estragar o filme para quem ainda não o assistiu.

(continua...)

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

O que os desenvolvedores de softwares têm a aprender com os de virus

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Estou tentando há algumas semanas (juro!) instalar um programa em meu computador que me permitirá acessar o computador da empresa em que trabalho. Depois de um monte de etapas e instruções tão detalhadas que, claro, não funcionam, e pelo menos três ligações em diferentes dias para o help desk para obter novas instruções e passwords, finalmente sinto-me perto de conseguir cumprir a minha missão. Quem já tentou instalar um programa sabe a que me refiro, mas confesso que igual a esse eu nunca tinha visto.

Daí, ocorre-me sugerir que os desenvolvedores de softwares façam um estágio com os criadores de virus. Esses malditos programas instalam-se silenciosa, transparente e eficientemente em nossos computadores sem trabalho algum para o usuário. Exatamente o que eu queria para um programa que preciso usar. Que maravilha seria!

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Vingança de sogra

Edison - 425 - A lição

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Help!

Por absoluta falta de confiança no nosso sistema bancário, comecei a guardar meu rico dinheirinho sob o colchão. O problema é que estou ficando sem espaço. Alguém pode me ajudar?

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domingo, 19 de janeiro de 2014

Débora e Rafael na praia

Tirinha feita sob encomenda da minha amiga Débora – o roteiro é dela – toda vez que vão à praia, seu namorado se besunta todo de filtro solar, mas não adianta nada, ele sai de lá feito um pimentão.

Edison - 423 - Débora e Rafael na praia

sábado, 18 de janeiro de 2014

Dando um toque

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quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Jazz & Co.

Jazz & Co. - Vinícius de Moraes

Até pouco tempo atrás eu não sabia disso, mas o poeta Vinícius de Moraes, um dos pais da Bossa Nova, era fã de Jazz. Mas fã mesmo, desses de colecionar álbuns e conhecer a fundo a ponto de escrever artigos para revistas. E é exatamente a partir desses artigos que Eucanaã Ferraz organizou e publicou o livro Jazz & Co., esse aí da foto acima com cara de capa de CD.

O simpático livro é prefaciado pelo próprio Eucanaã e orelhado por ninguém menos que Luiz Fernando Veríssimo, saxofonista amador e também fã de Jazz. Tanto um texto quanto outro são deliciosos e explicam o que o poetinha fazia nos EUA no final da década de 40 (era vice-cônsul brasileiro) e o que o levou a curtir o Jazz.

Além de uma breve história do Jazz – quando ele escreveu, o bebop já ia avançado e começava a ceder um pouco de espaço para o cool – há também histórias muito interessantes sobre alguns músicos que ele conheceu ou acompanhou. Notáveis e divertidas são suas opiniões sobre o governo americano e agudas suas observações sobre o racismo.

Como diz o Veríssimo, “desde que Dante convocou Virgílio para acompanhá-lo no outro mundo não se tem notícia de um poeta tão bem aproveitado.”

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

A arte clássica no mundo mágico digital

É incrível o que se consegue fazer com um bom software gráfico, talento e paciência. Tudo isso, pelo visto, não falta ao italiano Rino Stefano Tagliafierro. Clique na figura abaixo – não consegui colocar o vídeo diretamente aqui:

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terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Lá vem chuva. De novo…

14-01-14 Lá vem chuva... de novo

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

6 anos!

Este sítio completa hoje, 13 de janeiro, 6 anos de existência. O número de posts vem decaindo ano a ano, como se pode ver abaixo, assim como o número de visitantes, provavelmente esses dados têm uma relação direta, mas de fato até hoje não descobri o que leva alguém a passar por aqui, salvo eventuais amigos.

Ano     Posts

2008   227
2009   243
2010   235
2011   201
2012   158
2013   140

A ferramenta de estatística do blog me indica a seguinte evolução no número de visitas:

Estatística blog

Aliás, essa mesma estatística me informa que ao longo desses seis anos, recebi aproximadamente 304 mil visitas, sendo que os posts mais visitados são:

Postagens

A origem da maior parte das visitas é do mecanismo de busca do Google, o que indica que muita gente procurou por posts relacionados a brigas de casal. Note que o número de visitas está muito longe do número de comentários recebidos em cada post. Aliás, isso é a única coisa que me chateia um pouquinho, pois seria bom receber mais comentários a respeito do que faço.

Bom, número de posts caindo, visitas mais escassas, comentários quase nenhum… Isso significa que eu vou parar? Nãããão, pois o sítio continua servindo ao fim a que se destina, um cantinho para eu fazer download dos meus pensamentos e outras bobagens que foram pintando ao longo dos anos.

Um grande abraço a quem me dá a honra da sua visita!

domingo, 12 de janeiro de 2014

Serra da Boa Esperança

Maravilhosa música de Lamartine Babo, lamentavelmente não muito conhecida do público em geral, interpretada magistralmente por Wagner Tiso e Cesar Camargo Mariano. Do álbum Todas as Teclas, de 1983, com repertório do show homônimo. Aliás, assisti a esse show duas vezes. Uma delícia, simplesmente inesquecível.

sábado, 11 de janeiro de 2014

O precipitado

Edison - 422 - Triângulo

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Malandrinhos e barbeirinhos

Como sempre, nesse período de férias de final de ano, as ruas de São Paulo e adjacências tornam-se um paraíso viário. Uma paradinha aqui e outra ali, mas de resto, tudo funcionando como deveria. Isso torna possível observar alguns tipos de motoristas que normalmente difíceis de identificar quando os colossais engarrafamentos homogeinizam as pessoas e comportamentos.

Refiro-me, especiamente, aos malandrinhos e aos barbeirinhos, título deste post. Os malandrinhos, espertos por definição, tomam conta das ruas, utilizam todas as faixas e não dão sinal para mudar de direção. A rua é deles. Os barberinhos, idem, porém não propositadamente.

Ao fim e ao cabo, ambos atrapalham o trânsito e colocam em risco os demais. A única diferença é que pelo menos parte dos barbeirinhos tem consciência disso.

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