segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Visão dupla… hic!

Edison - 0399 - Visão dobrada

domingo, 29 de setembro de 2013

Azeitona rebelde

Edison - 0398 - Azeitona rebelde

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Ética, Caráter e Princípios

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Outro dia eu li que “ética é aquilo que a gente faz quando todos estão olhando e caráter é aquilo que a gente faz quando ninguém está olhando”. Não sei se essas definições são dicionaristicamente corretas, mas são bonitinhas e dão o que pensar.

Em um dos meus primeiros posts (veja aqui), digo que me guio por princípios, mas que não sei exatamente quais são eles. É difícil mesmo defini-los, mas normalmente sabemos quando estamos perto de nos desviar deles por um caminho torto. Cabe-nos decidir se o tomamos ou não. Mas é possível seguir sempre em uma única direção? Será que alguns de nossos princípios não são conflitantes entre si às vezes?

Por exemplo, dois dos meus princípios são: dizer sempre a verdade e agradar as pessoas de quem gosto. Se alguém que me é muito querido(a) me pergunta se está bonito(a), e eu percebo que na verdade a pessoa só está querendo ouvir uma palavra agradável num momento difícil, que bem farei eu em dizer que ele(a) está feio(a)? Tudo bem, o exemplo foi meio idiota, mas é só para ilustrar.

Outro dia eu estava assistindo ao filme Lincoln, com Daniel Day-Lewis. Numa de suas falas ele me deu a resposta para essas dúvidas crueis: princípios não são mapas, são bússolas, que nos indicam a direção a seguir, mas não nos mostram os obstáculos, estradas ruins etc.

Isto posto, não é errado fazer alguns desvios pelo caminho. Infelizmente, alguns desses desvios podem nos tirar pra sempre da direção certa. Cabe ao nosso caráter (ou ética?) discernir o quanto podemos nos desviar.

- Sim, você está linda, minha amiga!

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Fórmula da Satisfação


Fórmula da satisfação

domingo, 15 de setembro de 2013

Confusão literária

Tenho por hábito ler dois livros ao mesmo tempo. Um que fica na minha cabeceira, o qual leio em casa em suas diversas dependências, inclusive as sanitárias, e outro que leio no ônibus, no caminho de ida e volta para o trabalho, filas de espera de consultórios, bancos etc. Nomalmente não faço confusão entre as histórias, pois costumam ser de temas diferentes, mas como são pegos aleatoriamente na pilha de livros por ler, pode acontecer algumas vezes de se misturarem na minha imaginação.

Como quando eu estava lendo “A vida sexual dos ídolos de Hollywood”, de Nigel Cawthorne – aliás, pelo portfólio desse escritor, nota-se que ele tem grande predileção pela vida sexual dos outros, sejam eles artistas, ditadores ou papas – e “O livro de ouro da MPB”, de Ricardo Cravo Albin, uma bem contada história da nossa música popular. A descrição das peripécias sexuais de Grace Kelly, Marilyn Monroe, Cary Grant, Rock Hudson e outros é bastante picante (oops!) e em linguagem bem direta. Ao mudar de livro, ficava esperando que o encontro de Noel Rosa, Aracy de Almeida, Dalva de Oliveira e Ismael Silva resultasse em uma suruba, demorava um pouco até me situar no contexto do livro.

No momento estou lendo “Brasil”, de Errol Lincoln Uys, e “México”, de Érico Veríssimo. Ou seja, um romance histórico passado no Brasil escrito por um americano, e um relato de viagem pelo México, com fartos dados históricos, escrito por um brasileiro. Por enquanto não fiz nenhuma confusão de enredos. Nossos índios são diferentes dos deles: basicamente, os mexicanos têm as pernas curtas e as nossas indiazinhas eram mais safadinhas.

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quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Mina japonesa

Não sei como até hoje ninguém havia tido essa idéia do cartunista Alberto Montt. Simplesmente genial!

Montt - Submarino amarelo

“Pelo estrago no casco eu diria que se chocou com uma mina japonesa”

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Ele voltou!

Edison - 0394 - Nem a pau JJ

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

I hear dead people…

Edison - 0389 - I hear dead people

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Personal pretoriano

A Guarda Pretoriana foi criada pelo Imperador Otaviano para proteção pessoal dos oficiais do exército romano. Posteriormente, acabou tornando-se a guarda pessoal dos imperadores em pessoa, uma espécie de Tropa de Elite da época. Júlio César, se não me falha a memória, costumava dizer que a Guarda Pretoriana servia para lembrar-lhe de que ele era mortal. Com todo o poder que os césares detinham, imagino que era fácil imaginar-se imortal.

Bom, seguindo essa mesma linha de raciocínio, em tempos menos belicosos, eu diria que os check-ups de saúde regulares que fazemos (ou devíamos fazer) fazem o papel de nosso personal guarda pretoriano.

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