segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Casa Cor

Essa conversa eu ouvi ontem com a minha filha em uma loja de conveniência.

Edison - 0331 - Casa Cor

domingo, 25 de novembro de 2012

Agora em 3D

Cansado de olhar meu bonequinho sempre em duas dimensões, resolvi criar uma versão 3D.

Inicialmente, parti do desenho em 2D (criado no Bitstrips):

Edison Carinhas

“Criei”, então, um cubo aberto e montei em cada face partes do desenho acima (essa é a parte mais difícil, tem que adaptar as vistas, pois não é um 3D verdadeiro, é lógico):

Edison Boneco 03

Aí, foi só montar o cubinho e correr pro abraço:

DSC01523

sábado, 24 de novembro de 2012

Dica de amigo

Quando meu primeiro filho nasceu, recebi uma dica de um amigo: na primeira vez que te pedirem para fazer a mamadeira, deixe cair as coisas, faça bastante barulho, quebre uma mamadeira e faça a maior bagunça na cozinha, senão...

Edison - 0330 - Dica de amigo

P.S. Tá, concordo que a piadinha tem um um cunho meio machista, mas a história do conselho é verdadeira.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Não vejo, não falo, ouço

Edison - 0329 - Macaquinhos a

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Manoel, o pragmático

Edison - 0328 - Manoel, o pragmático

domingo, 18 de novembro de 2012

Conserto doméstico

“plim-plim-plim-plim-plim-plim-plim-plim-plim”

Assim fazia nosso chuveiro aqui em casa e, depois de muita buzinaço no ouvido, resolvi tratar do problema hoje, em pleno domingo.

Aparentemente é um problema fácil de resolver: tira o registro, troca o courinho, coloca de volta e pronto. Para mim, no entanto, por algum inexplicável bloqueio funcional, apesar de me virar relativamente bem com problemas elétricos, de pedreiro e marceneiro, na parte hidráulica sempre fui um desastre.

Dito e feito, preparei as ferramentas, separei o courinho e pus-me a desmontar o registro. A primeira supresa foi o grau de desgaste de algumas peças o que fez ficar tudo mais difícil para desrosquear. A segunda surpresa foi o courinho, que em vez de ser igual ao que eu tinha, era de plástico, num formato completamente diferente. Bosta, f…-se, vou montar tudo de novo e que se dane o plim-plim.

Quem disse que eu montei? Uma das roscas não encaixava de jeito nenhum. Desisti, saí para comprar outro registro. Na primeira loja fui muito mal atendido por um vendedor que evidentemente detesta trabalhar aos domingos. E ainda por cima não tinham o que eu queria. Na segunda loja também não tinham, mas o amável vendedor ajudou-me a montar o conjunto (o sentido da tal rosca era invertido…) de forma que eu podia pelo menos chegar em casa e reinstalá-lo nas condições em que estava antes.

E foi o que fiz, com o único percalço de ter que improvisar mais um pouco, pois perdi um dos parafusos de fixação. Tudo reinstalado, abri o registro da água e não fiquei surpreso ao descobrir que o plim-plim havia aumentado. Pqp!

Sem contar que sujei o tapetinho do banheiro. Mais buzinaço…

Adereços

Edison - 0327 - Adereços

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Maldade feminina

Edison - 0326 - Maldade feminina

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Sexo na terceira idade

Edison - 0325 - Sexo na terceira idade

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

O jazz na ilha deserta

Na linha da velha proposição “quais os 10 álbuns de jazz que você levaria para uma ilha deserta?”, minha escolha seria (em ordem alfabética):


BENNY GOODMAN – Carnegie Hall The Complete Concert - O concerto dado em 1938, no Carnegie Hall, em Nova York, com clássicos da Era do Swing mais um apanhado da época anterior. Pela primeira vez o jazz se apresentou em uma casa de concertos.

J - Benny Goodman


BUDDY RICH – Big Swing Face – Gravado ao vivo, mostra toda a energia e técnica do baterista, acompanhado por uma excelente banda e um repertório fantástico.

J  -Buddy Rich


DAVE BRUBECK – Take Five - O famoso quarteto de Dave Brubeck no seu álbum mais notável.

J - Dave Brubeck


ELLA FITZGERALD – The Cole Porter Song Book vols. 1 e 2 – Uma das maiores vozes do jazz interpretando um dos maiores compositores americanos, Cole Porter.

J - Ella Fitzgerald


JIM HALL - Live! – Um trio de guitarra (Jim Hall), baixo e bateria, arrasando alguns temas clássicos do jazz em um ambiente intimista de casa noturna.

J - 014


MICHEL PETRUCCIANI – Trio in Tokio – Esse álbum é uma paixão recente minha. Músicos fantásticos, repertório idem. Vale conferir. Você pode ouvi-lo inteiro no podcast CJUB (clique no link embaixo da capa do CD)

J - Michel Petrucciani




NAT ‘KING’ COLE – After Midnight – Esse é outro álbum clássico. Meu pai o tinha em LP e foi uma das minhas primeiras audições de jazz. Ouvi quase até furar.

J - Nat King Cole


OSCAR PETERSON – The Oscar Peterson Big 6 – Gravado ao vivo no Festival de Montreux, em 1975, o sexteto é composto por Joe Pass (guitarra), Toots Thielmans (harmônica), Milt Jackson (vibrafone), Niels Henning Oersted Pedersen (baixo), Louis Bellson (bat) e, naturalmente, Oscar Petrson (piano).

J - Oscar Peterson Big 6


OSCAR PETERSON – Exclusively for my Friends – um box com 4 CDs, cujas músicas foram compiladas de uma série de LPs gravados na Alemanha. Uma aula de piano, tanto solo quanto em trio.

J - Oscar Peterson Excl


LESTER YOUNG & TEDDY WILSON – Pres and Teddy – O saxofonista Lester Young encontra o quarteto de Teddy Wilson e tocam um repertório delicioso. A versão de All of Me, na minha opinião, é definitiva, irretocável.

J - Pres and Teddy


Esses são os meus, e você, quais levaria?

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Sítio do Junior no CJUB!

Eis que uma sugestão enviada despretenciosamente ao blog CJUB (clique aqui para conhecer), capitaneado pelo mestre Mario Jorge Jacques, um cara que sabe tudo e mais um pouco sobre jazz, virou tema do seu programa semanal, o podcast CJUB. Ouça o programa clicando no link abaixo:


Boa audição!

Dick Farney

Se há um artista no Brasil que merecia ser mais reconhecido, esse artista é o carioca Farnésio Dutra (1921 – 1987), tido como o primeiro jazzista brasileiro. Claro que com um nome desses jamais poderia tocar jazz (ou qualquer outro tipo de música, convenhamos), daí ter optado por algo mais sonoro, Dick Farney. Era o tempo dos cassinos no Brasil, onde suas apresentações ao vivo viriam a preencher o vazio existente para os apreciadores da música americana.

Coincidindo com a proibição dos cassinos no Brasil, em 1946, Dick Farney foi para os EUA com um contrato para 52 semanas para participação em um programa de rádio na NBC. E não é que deu certo? Logo ganhou dois horários exclusivamente seus na rádio e ainda gravou novidades como Tenderly. Enquanto isso, no Brasil, a gravadora Continental ia lançando a contagotas algumas músicas que ele havia gravado antes de viajar, como Copacabana e Marina.

Apesar de todo seu sucesso por lá, retornou ao Brasil em 1948 sem dar maiores explicações, ou, pelo menos, ninguém levou muito a sério quando ele disse que “não me adaptei à comida” ou “estava com saudades da minha mãe”.

Pianista de primeira qualidade, possuia um toque sutil e foi um grande improvisador. Era também um cantor romântico e sua voz era a sua assinatura. Cantava suave, como se sussurrasse no ouvido da namorada, o que era radicalmente diferente da forma como os demais cantores românticos de então o faziam. Fez parte, sem dúvida, do embrião da Bossa Nova que surgiria alguns anos depois e da qual seria um dos seus grandes intérpretes.

Nas décadas de 60 e 70 excursionou por diversos países e comandou alguns programas de televisão no Brasil, além de ser proprietário de duas boates em São Paulo. Nos seus últimos anos de vida passou a dedicar-se também à pintura.

Dick Farney. Esse nome não pode ser esquecido.

 
 
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