domingo, 30 de setembro de 2012

Buddy Rich

Em 30 de setembro de 1917 nascia Buddy Rich. Dezoito meses (sim, meses!) depois ele já se apresentava tocando bateria nos shows de vaudeville com os pais.

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Relatividade

Se um carro vai por uma estrada a 100 km/hora e vem outro no sentido contrário a 50 km/hora, os dois irão se cruzar a uma velocidade relativa entre eles de 150 km/hora. Isso nada tem a ver com a Teoria da Relatividade, de Einstein. É um engano comum, isso é de Galileu.

Einstein partiu do princípio que a velocidade da luz é sempre constante (300.000 km/segundo), e disse que para uma pessoa viajando a uma velocidade muito alta o tempo passará de uma forma diferente do que para uma pessoa em repouso. Por exemplo, se o viajante marcar uma hora de percurso em seu relógio, quando chegar de volta, ele teria gasto mais do que uma hora para alguém que o estivesse esperando. Quanto mais próximo à velocidade da luz, maior seria a diferença. Com isso ele chegou à conclusão de que o tempo é relativo. Sim, o tempo, algo que parecia a todos algo inexorável e constante – e ainda parece, na verdade – não é algo absoluto.

Fiz todo esse preâmbulo, porque me lembrei hoje de um professor de mecânica de automóveis que eu tive que afirmou que, com toda certeza e simplicidade do mundo, a velocidade da luz não era constante! Uma prova disso era o fato das luzes nas ruas das cidades do interior no finalzinho da tarde irem acendendo aos poucos, uma de cada vez… É, com essa Einstein não contava!

Calvin - Relatividade

Nota: penso ser desnecessário esclarecer que a explicação acima está completamente furada…

terça-feira, 25 de setembro de 2012

O amor é lindo!

Edison - 0311 - O amor é lindo!

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Sex Shop

Edison - 0309 - Sex Shop

domingo, 23 de setembro de 2012

Semaninha c…

Edison - 0308 - Semana cagada

Nota: a historinha é verídica…

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Colorindo

2012-09-19 Ipê 12012-09-19 Ipê 22012-09-19 Ipê 32012-09-19 Ipê 4

Não tenho certeza, mas acho que é um Ipê. Ele resolveu largar todas as suas folhas de uma única vez. Talvez não tenha gostado da cor do carro.

P.S. Aliás, aqui no bairro tem vários ipês, nunca tinha reparado...

2012-09-22 Ipê 5

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Encurtando uma longa história

Li recentemente no livro “As sete maiores descobertas da história”, de David e Arnold Brody, uma condensação da história do universo e do homem, como se ela houvesse ocorrido em um período de um único ano. Ou seja, todos os 15 bilhões de anos da existência do Universo distribuidos de 1º de janeiro a 31 de dezembro.

Partindo-se do princípio que o Big Bang (ou o Grande Pum Divino) ocorreu às 0h00 do dia 1º de janeiro, os primeiros humanos só teriam surgido no dia 31 de dezembro e mesmo assim só lá pelas 10h30 da noite. Mas não queimemos as etapas, vamos por partes e de forma gráfica, para visualizar melhor:

Ano

Detalhemos mais o mês de dezembro:

Dezembro

E agora, veja o que acontece hora a hora em 31 de dezembro:

Dia 31

Assim fica mais fácil de entender quando a gente fala em milhões ou milhares de anos com relação ao período de existência do homem. E dá para ver há quão pouco tempo estamos por aqui.

Para encerrar, por coincidência, hoje eu vi esse vídeo na internet. Trata-se de uma colagem muito legal de fotos feitas por um estudante de 19 anos, Joe Bush, para um trabalho escolar.

P.S. Me passaram esse vídeo, gravado de um programa do History Channel: A História do Mundo em 2 horas.

domingo, 16 de setembro de 2012

O mundo através dos olhos de uma criança

Seria bom se a gente pudesse sempre ver o mundo através dos olhos de uma criança, sem vícios, sem paradigmas, sem preconceitos. Seria tudo mais simples. Ficamos próximos disso quando fazemos algo cujo único objetivo é puramente a nossa diversão.

Sometimes I see
clearest of all
when I’m alone and remember
afternoon sunlight at schollday’s end
the world through the eyes of a child.

Than I can see
a world yet to be
here and now in my grasp,
like Saturday mornings when I wake up and see
the world through the eyes of a child.

When I grow old
in Winter and twilight
I will remember Spring
and wisdom I learned
from that sometimes view of
the world through the eyes of a child.

John Kuzma
The world through the eyes of a child


“Às vezes eu vejo / com a maior clareza / quando estou sozinho e recordo / o sol da tarde após a escola / o mundo através dos olhos de uma criança // Então posso ver  / um mundo ainda por ser / aqui e agora ao meu alcance / como nas manhãs de sábado quando acordo e vejo / o mundo através dos olhos de uma criança // Quando eu ficar velho / no inverno e o crespúsculo / lembrarei a primavera / e a sabedoria que aprendi / daquela visão de outrora / do mundo através dos olhos de uma criança.”

Extraído do livro “As sete maiores decobertas científicas da História”, de David Eliot Brody e Arnold R. Brody, da Cia. das Letras. 1999.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Pedintes

Tirinha em duas versões.

Edison - 0307 - Pedintes

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Aula de natação

Gosto de nadar, mas acho chato quando o treinador começa a misturar os movimentos entre os diversos estilos de natação. Para um cara naturalmente descoordenado como eu, é um convite ao naufrágio.

Edison - 0306 - Aula de natação

domingo, 9 de setembro de 2012

Seriedade profissional

Edison - 0305 - A urologista

sábado, 1 de setembro de 2012

História da estória

psicose

Era uma vez uma palavrinha muito útil da língua portuguesa que se chamava “estória”. Era quase homófona de uma outra palavra, “história”, e até os significados de ambas era parecido.

“Estória” servia para designar um causo, um conto etc. Já “história” era relacionado com fatos históricos, aqueles que aprendíamos na escola. Ao contrário do que comumente se pensava, nem sempre o significado de “estória” está relacionado a uma mentira ou algo inventado (assim como nem sempre o que está num livro de História é verdadeiro). O próprio conceito de ambas, porém, muitas vezes se misturava, como em “na História do Brasil há muitas estórias escabrosas”.

Eis que há alguns anos, um espertinho achou que podia simplesmente eliminar a palavra “estória” do dicionário. Assim, do nada. De repente é tudo “história”.

Pois eu não gostei dessa estória história. Achava melhor com as duas palavras ativas. Explico-me, há ou não diferença entre a “estória de Psicose”,  referente ao enredo do filme, e “história de Psicose”, que se relaciona com a história do filme propriamente dita, sua importância para o cinema etc.? Para mim são coisas bem diferentes.

Com tantas palavras idiotas na nossa língua que poderiam ser eliminadas e foram invocar justo com essa tão útil…?

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