quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

São Paulo - Memórias

Um pouco da São Paulo que vi na minha infância…

Bonde – Linha Santo Amaro

Rua Augusta

São Paulo – década de 60

E um pouco da São Paulo que eu não vi.

São Paulo em 1954 – IV Centenário

São Paulo na década de 20

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Obediência cega

Edison - 0225a - Obediência cegaEdison - 0225b - Obediência cegaEdison - 0225c - Obediência cegaEdison - 0225d - Obediência cega - Cópia

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Tom Jobim

“No Brasil, sucesso é ofensa pessoal.” Assim Tom Jobim respondia aos muitos que lhe criticavam por trocar o Brasil pelos EUA durante a década de 60, sendo reconhecido mundialmente pelo seu trabalho.

O maestro, poeta, compositor e músico de vários instrumentos Antônio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim nasceu a 25 de janeiro de 1927, no Rio de Janeiro. Em 1941 iniciou seus estudos de piano com Hans Joachim Koellreuter. Cinco anos depois tentou a faculdade de arquitetura, mas a abandonou no primeiro ano para se dedicar à música. Tocou em barzinhos e boates até ser contratado como arranjador pela Continental em 1952. Nessa época já compunha um pouco, mas seu primeiro sucesso veio nas vozes de Lúcio Alves e Dick Farney, com a famosa Tereza da Praia.

Em 1956 iniciou sua parceria com Vinícius de Moraes ao musicar a peça Orfeu da Conceição. É dessa época a música Se Todos Fossem Iguais a Você, aqui na voz de Milton Nascimento.

“Rua Nascimento Silva, 107, e você ensinando pra Elizeth as canções de Canção do Amor Demais” Esses versos de Vinícius fazem referência ao álbum gravado em 1958 por Elizeth Cardozo, com músicas da dupla. De notável nesse disco, que é considerado um dos embriões da Bossa Nova, foi a participação do baiano João Gilberto, registrando sua batida diferente no violão pela primeira vez. Chega de Saudade fazia parte desse disco, mas estourou mesmo com a gravação de João Gilberto em seu primeiro disco, lançado no início de 1959.

Em 1962 compõe com Vinícius uma das músicas mais executadas do planeta até hoje, Garota de Ipanema. A primeira audição pública dessa música foi no Au Bon Gourmet, no Rio, num show em que participavam Tom, Vinícius, João Gilberto e os Cariocas. Deve ter sido de arrepiar.

Em 1967 Tom gravou nos EUA um show com Frank Sinatra a convite deste. O repertório do show gerou um álbum do americano quase que exclusivamente com músicas de Tom. Foi a primeira vez que Sinatra dedicou um álbum a um único compositor.

Em 1972, compõe outra de suas obras primas, Águas de Março. Aqui com a inesquecível Elis.

Nesse meio tempo, começou a compor com outros parceiros, como Chico Buarque, uma parceria que nos legou coisas maravilhosas como Retrato em Branco e Preto e Anos Dourados.

Com Miúcha, gravou dois álbuns no final dos anos 70, com a participação também do Chico.

Nos anos 80, compôs as trilhas sonoras de vários filmes importantes como Eu Te Amo, O Tempo e o Vento, Para Viver Um Grande Amor e Gabriela.

Em 1984 formou a Nova Banda, com Paulo Jobim (violão), Danilo Caymmi (flauta e voz), Jacques Morelenbaum (violoncelo), Tião Neto (baixo), Paulo Braga (bateria), e côro formado por: Ana Jobim, Elizabeth Jobim, Paula Morelenbaum, Maúcha Adnet, e Simone Caymmi. Esse grupo apresentou-se no Carnegie Hall, no Festival de Montreux, no Japão, Portugal, Espanha, EUA… Essa é a formação que vemos no vídeo acima.

Em 1994 fez sua última gravação, numa participação do álbum Duets, de Frank Sinatra, cantando a música Fly Me To The Moon. Morreu poucos meses depois.

Hoje, dia 20 de janeiro de 2012, será lançado o filme A Música Segundo Tom Jobim. É um dever cívico assisti-lo. Tom Jobim continua a ser mais admirado no exterior do que em sua própria casa. Como ele mesmo dizia, “o Brasil não é para principiantes.”

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

A escolha

Edison - 0224 - A escolha

Tirinha feita com roteiro do meu amigo Hans Müller

domingo, 15 de janeiro de 2012

Humberto, o sagaz!

Meu sobrinho Humberto, aos três anos, desconfiando da logística do Papai Noel.

Edison - 2001 - O Natal do Humberto

sábado, 14 de janeiro de 2012

Quanto a pirataria realmente prejudica a economia?

Pirateei o texto abaixo do Freakonomics (clique aqui para ver o original, caso não aprecie a minha tradução livre). O objetivo do texto, tanto no original quanto aqui no Sítio, não é estimular a pirataria nem dizer que a considero algo correto, mas dar uma nova perspectiva à discussão.


Os defensores mais ferrenhos da propriedade intelectual - tais como aqueles por trás da nova lei Stop Online Piracy (SOPA) e Protect IP Act (PIPA) - argumentam que a pirataria on-line é um grande problema que custa à economia dos EUA entre US $ 200 e $ 250 bilhões por ano, e é responsável pela perda de 750.000 empregos americanos.

Estes números parecem realmente trágicos. Uma perda de US $ 250 bilhões por ano representa quase 800 dólares para cada homem, mulher e criança nos Estados Unidos. E 750.000 postos de trabalho é duas vezes o número de pessoas empregadas em toda a indústria cinematográfica em 2010.

A boa notícia é que os números estão errados - como explica Juliano Sanches, do Instituto Cato. Em 2010, o Government Accountability Office divulgou um relatório indicando que estes números "não podem ser fundamentados ou rastreados até uma fonte de dados básica ou metodologia", que é a forma educada do governo falar que "estes números foram compostos a partir do nada."

Mais recentemente, uma estimativa mais modesta - $ 58 bilhões - foi feita pelo Institute for Policy Innovation (IPI). Mas essa estimativa do IPI, já que ambos Sanchez e jornalista de tecnologia Tim Lee apontaram, está repleto de problemas metodológicos, incluindo dupla e tripla contagem, que incham consideravelmente a estimativa de perdas com a pirataria.

Então, qual é o número real? Nós simplesmente não sabemos. E isso nos leva a uma segunda discusão: o problema não são os dados que deram origem às estimativas, mas seus reais efeitos econômicos. Há certamente muitas pessoas que fazem downloads de músicas e filmes sem pagar. É claro que, pelo menos em alguns casos, há a substituição de um produto legítimo por um pirata - por exemplo, uma pessoa que teria comprado um DVD de filme ao invés de baixá-lo de graça. Por outro lado há pessoas que baixam um filme ou música, mas jamais o teriam comprado de forma legal. Isto é especialmente verdadeiro se o consumidor vive em um país relativamente pobre, como a China (e Brasil), e é incapaz de pagar por filmes e música.

Devemos contar esta última categoria de downloads como "vendas perdidas"? Não, se formos honestos.

E há outra questão: mesmo nos casos em que a pirataria na Internet resulta em uma venda perdida, como é que essa venda perdida pode afetar o mercado de trabalho? Enquanto empregos podem ser perdidos na indústria do cinema ou música, eles podem estar sendo criados em outro. O dinheiro que um pirata não gastar com filmes e músicas é quase certo que será gasto em outro lugar. Digamos que seja gasto em skates - o mesmo dólar perdido pela Sony Pictures pode foi ganho pela Alien Workshop, uma empresa que fabrica skates.

Como Mark Twain escreveu uma vez, há três tipos de mentiras: mentiras, malditas mentiras e estatísticas. As estatísticas podem ser particularmente complicadas quando elas são usadas para avaliar os efeitos da pirataria na internet. Ao contrário de roubar um carro, copiar uma música não causa necessariamente uma perda tangível para alguém. Estimar a perda exige pressupostos sobre o que o mundo teria sido se a pirataria nunca tivesse acontecido - e, claro, os mais afetados tendem a assumir sempre o pior cenário.


E você, o que acha disso?

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

4 anos do Sítio do Junior

E completamos hoje, o Sítio e eu, o 4º ano de uma convivência muito agradável e proveitosa. Esse canto onde registro as bobagens e devaneios que passam pela minha decrépita cabeça deu-me a grande alegria de conhecer um monte de gente legal, ainda que apenas virtualmente, e manter contato com amigos e parentes, que assim podem me conhecer melhor. Ainda não tenho os 50 milhões de leitores que eu planejei, mas os que me dão o prazer de uma visita compensam e muito (sem puxa-saquismo) a diferença.

Beijos e abraços a todos!

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Fúcsia

Outro dia coloquei no facebook uma figura que eu já tinha publicado aqui, comparando as cores como são enxergadas por uma mulher e por um homem. Segue a figura novamente.

Homem x Mulher - cores

Coloquei a figura e lancei uma pergunta: “o que é fúcsia, afinal?” No clima da brincadeira, uma conhecida respondeu que era um “tom levemente flor de laranjeira, misturado com cor de vinho, e reflexos de buáaaaaaaaaaaaa de rose, rsss”.

Vou decorar essa definição para utilizar oportunamente e mostrar minha grande erudição!

Edison - 0223 - Fúcsia

Mas, pensando bem, é melhor não…

sábado, 7 de janeiro de 2012

Propagandas antigas

Vou começar o ano dando um passo para trás. Os vídeos abaixo são propagandas das décadas de 60 e 70, no máximo do início dos anos 80, que marcaram a todos os que as assistiam. Elas ficavam por muito tempo no ar, talvez por isso tenham se fixado na nossa memória até hoje.

Varig – Urashima Taro

Shampoo Colorama – Você se lembra da minha voz?

US Top – Seu jeito de viver

US Top – Bonita camisa, Fernandinho!

Guaraná Antarctica – Boko Moko

Duchas Corona – Apanhe o sabonete

Casas Pernambucanas – Não adianta bater

Cobertores Parahyba – Já é hora de dormir

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Stand by

Estava conversando com um amigo sobre conservação de energia em geral, quando surgiu no assunto o stand by. Para quem não sabe “stand by” é o estado de letargia no qual ficam os equipamentos eletrônicos enquanto não os estamos utilizando. Esses equipamentos em geral são aqueles que funcionam por controle remoto e/ou têm uma luzinha permanentemente acesa e/ou um reloginho. Quase tudo é assim, televisão, DVD player, forno de microondas, computador, impressora, telefone sem fio etc.

Por causa disso, todos gastam energia mesmo se estiverem “desligados”. Gastam muito menos do que se estivessem ligados, é claro, mas gastam. Veja na tabela abaixo alguns exemplos de consumo (médio) por equipamento (desligado, nunca é demais lembrar):

Equipamentos de som: 2 W
DVD: 4 W
Rádio relógio: 2 W
Portão eletrônico: 3 W
Microondas: 3 W
Computador: 2 W
Impressora: 5 W
Aparelho da TV a cabo: 12 W
Vídeo game: 2 W
Secretária Eletrônica: 3 W
Telefone sem fio: 3 W
Televisão: 5 W
Video cassete: 3 W
(fonte: http://www.espacoacademico.com.br/005/05mendes.htm)

Ou seja, se você tiver na sua sala um conjunto composto por TV, DVD e TV a cabo, eles gastarão juntos 21 W. Digamos que você use tudo isso durante 8 horas por dia (procure ler mais), teremos 16 horas ociosas do conjunto apenas gastando energia. Quanto dá isso? 21 W x 16 h x 30 dias x R$ 0,30/kWh = R$ 3,00 + impostos por mês. Pode não parecer muito, mas some todos os gadgets eletrônicos de sua casa e dá pra salvar uns 10% da sua conta. É muito mais do que economizamos com o Horário de Verão, por exemplo. Sem contar os benefícios para o sistema energético do país como um todo.  Idem com relação ao meio ambiente.

hama-brennenstuhl-tv-standby-killerVoltando à conversa com o meu amigo, comentei que à noite procuro desligar da tomada a TV e seus periféricos, mas nem sempre me lembro de fazer isso e nem tenho saco pra fazer isso pela casa toda. Daí veio a ideia “por que não inventar um aparelho que desligue todo o conjunto após um período de tempo sem uso?” Algo que identifique que o sistema está com baixa corrente e simplesmente corte-a após um tempo pre-determinado. Quando quisermos usar novamente é só apertar um botão qualquer no aparelho e pronto! Até pensei em um nome, o “Stan By Killer”!

Pena que as minhas (poucas) boas ideias sempre cheguem com algum atraso. Fui olhar na internet e descobri que esse produto já existe e exatamente com o nome de Stan By Killer. Frustrante. Mais frustrante ainda é não entender por que ainda não lançaram no Brasil.

Tem alguém com espírito empreendedor por aí?

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Sol? Que sol?

Edson - 220a - Sítio

Quando comecei a desenhar essa tirinha havia um solzinho lá fora... o primeiro de 2012.
Minutos depois ele já havia sumido novamente.

domingo, 1 de janeiro de 2012

Socorro, polícia!

Edison - 0219 - 191

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