sábado, 31 de dezembro de 2011

2012

Todo ano é a mesma coisa. As reportagens de televisão mostram os preparativos para o reveillon, as ameaças de chuva aqui e ali, as chuvas fortes em algum lugar e o trânsito nas estradas. Nem sei por que gastam tempo com essas matérias, é só repetir as já gravadas no ano passado.

Tem também as inevitáveis previsões para 2012. E aqui faço as minhas:

- as matérias da televisão no dia 1º mostrarão garis na rua limpando a sujeira do reveillon.

- no dia 2 de janeiro já vai ter gente falando (a sério) “nossa, como o ano passa depressa!”

Titanic- a maior parte das previsões feitas agora vão dar erradas (menos essa), mas somente se lembrarão de falar das que deram certo.

- celebraremos o centenário de vários eventos que ocorreram em 1912 (preparem-se para uma enxurrada de titanics).

- pelo menos um ministro será pego com a boca na botija e devidamente defenestrado, não sem antes causar um grande desgaste para o governo – a oposição não fará muito barulho, pois também tem o rabo preso.

- uma desgraça ocorrerá em algum lugar do mundo com muitas mortes.

- nas Olimpíadas de Londres vamos perder algumas medalhas que considerávamos garantidas e ganhar outras com as quais nem sonhávamos.

- dezenas de músicas porcaria ganharão as paradas de sucesso e encherão o nosso saco.

- em 2012 o mundo não vai acabar (pelo menos se eu errar essa, ninguém vai me cobrar).Feliz 2012

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Obsolescência programada [2]

No primeiro post que fiz sobre esse tema (leia aqui), contei sobre o kit externo de cartuchos (bulk) que instalei em minha impressora, sobre o grande negócio que foi e, principalmente, sobre o truque que o vendedor me ensinou para enganar a impressora, pois mesmo com os reservatórios cheios, de tempos em tempos ela indica que os cartuchos precisam ser trocados. Na verdade, ela conta as páginas impressas e avisa quando ela “acha” que o cartucho está quase vazio (quantos cartuchos ainda com tinta não devo ter jogado fora sem saber disso!) Assim, junto com o kit de cartuchos externos, vem um botãozinho que engana a impressora e diz que o cartucho foi trocado.

Ruim para o consumidor, péssimo para o meio ambiente. E pensar que a Epson deve der certificação ISO 14.000…

Pois bem, eu consegui ficar ainda mais indignado com a impressora. Há poucas semanas ela começou a indicar que algumas das peças estavam chegando ao final da sua vida útil e que eu deveria levá-la à uma assistência técnica para revisão. Foi assim por vários dias, até que um dia parou de vez. Desconfiado de tamanha eficiência do equipamento, liguei para a mesma loja que me instalou o kit de impressão (Ian Print), e o técnico me falou “traz aqui que nós temos um software que dá reset na máquina.”

Dito e feito, ou seja, não havia nada errado com a impressora! Ela parou por conta própria e fingiu um defeito só para eu levar em uma assistência autorizada e certamente gastar muito mais que os R$ 20 que gastei para enganá-los de novo!

E pensar que no começo dessa história eu me senti errado enganando a Epson… Pelo visto, não é nem o caso de citar o provérbio “ladrão que rouba ladrão…”, pois os únicos ladrões nessa história são eles mesmos.

sábado, 24 de dezembro de 2011

A História do Blues, por Martin Scorsese

A história do blues

Comprei-me um presente de Natal muito legal por apenas R$ 14,99. É um desses achados que a gente acha perdido por aí. Trata-se do DVD – A História do Blues, produzido por Martin Scorsese, um show gravado no Radio City Music Hall, em 2003, com as maiores feras do blues nos últimos 50 anos. Taí um presentão pra quem gosta de blues!

No vídeo abaixo uma pequena amostra do DVD.

Beijos, abraços e um Feliz Natal para todo mundo!

domingo, 18 de dezembro de 2011

Discutindo a relação

Edison - 0218 - Discutindo a relação

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Vovó digital

Vovó digital

Achei genial essa, infelizmente veio sem referência do autor.

Tom Zé no Jô

Uma aula de música. E outras coisas.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Pole Dancing

Inspirado no indiano do vídeo abaixo, resolvi tentar um novo esporte, o pole dancing!

Edison - 0217 - Pole dancing

A diferença é que aparentemente o indiano não tem saco. Eu tinha!

domingo, 11 de dezembro de 2011

DJ de calçada

Edison - 0213 - Fones de ouvido

Se tem uma coisa irritante é aparelho de som pequeno tocando música em volume alto. O mesmo pode-se dizer de carros cujos donos os transformam em caixas de som ambulantes. Mesmo que você goste da música que está rolando. Se você não gosta, então… é de matar!

O melhor conceito que aprendi sobre liberdade é que “a sua vai até onde começa a do outro”. Eu gostaria de escutar o som do silêncio, posso?

Ponha o fone de ouvido e escute sua música sozinho, pô!

(e não vale me mandar colocar protetor auricular…)

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Última palavra em som para carros!

Recebi um e-mail essa semana com uma curiosidade que vale a pena ser reproduzida.

Na década de 50 ainda não havia muitos carros com rádio. Além disso, as opções de emissoras não eram tão grandes quanto as de hoje. Em casa pelo menos tinha-se a opção de colocar um disco na vitrola e ouvir a música que se quisesse. No carro, porém, a única opção era o motor do carro.

Em 1956, um criativo americano chamado Peter Goldmak inventou um modelo do toca-discos para ser utilizado em automóveis! Geralmente ficava embaixo do porta-luvas e tocava apenas compactos simples, o que chamamos em português hoje de single. Na década de 60 alguns desses modelos aportaram no Brasil.

Fico imaginando nas nossas estradas esburacadas como devia portar-se o toca-discos. Devia ser um horror! Sem contar que a cada música tinha-se que trocar ou virar o disco. Quantos acidentes não deve ter causado. E tem gente que reclama que só cabem 200 a 300 músicas em um pequeno mp3 player…

Confira alguns dos modelos vendidos na época.

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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Você concorda comigo que…?

A língua portuguesa de tempos em tempos é tomada de assalto por expressões e manias que irritam.

Passada (passou?) a onda telemarquetística de conjugar os verbos no futuro do gerúndio (“eu vou estar fazendo”), percebo surgir algo novo no horizonte. Tenho notado que várias pessoas iniciam uma argumentação com a frase “você concorda comigo que…?”

Esse início de frase é completado por um fato óbvio (para a gente concordar), seguindo-se geralmente um monte de outros que na maior parte das vezes ou é falso ou, na melhor das hipóteses, não tem nada a ver com a primeira pergunta. Além de um vício de linguagem, isso pode ser classificado como uma falácia.

Pensando bem, isso não é falácia não. Falácia pressupõe uma elaboração na argumentação. É só vício mesmo. Você concorda comigo?

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Faxineira

Edison - 0212 - Faxineira de motel

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