segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Dois produtos que precisam se juntar

Bom Ar   Luftal

Já pensou que benefício para a humanidade?

sábado, 27 de novembro de 2010

Castoire

Castoire

Tadinho…

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Cuidado ao namorar uma espanhola


quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Morumbi, 21 de novembro de 2010

PaulMaravilhoso!
Inesquecível!
Magnífico!
Eletrizante!
Monumental!
Duca…!
Emocionante!
etc. etc. etc.
Enfim, perfeito!

Amigos que por aqui passam, peço mil perdões pela falta de originalidade, sei que todo mundo já falou isso tudo aí em cima, mas fica difícil arrumar outros qualificativos que descrevam o que foi a apresentação de Paul McCartney em São Paulo - minhas referências são de domingo, dia 21, quando além disso tudo ainda tivemos tempo bom, temperatura agradável e uma linda lua cheia.

Foi tudo isso e muito mais. 25% dos Beatles tocaram durante quase três horas como se os demais 75% estivessem ali. Os mais de 60 mil fãs, jovens e velhos, que estavam no Morumbi, mais os que acompanharam a pobre transmissão pela TV, teriam aguentado outras três ou seis sem reclamar. Sir Paul tocou de tudo, de baladas a rocks, homenageou seus amigos George e John, brincou com seus súditos (nós) e homenageou-nos esforçando-se por falar em português. Simpatissíssimo. Tudo isso acompanhado por uma banda espetacular.

As músicas que ele tocou no dia 21 estão relacionadas no final deste post (o repertório do dia 22 teve algumas modificações). Escolhi alguns vídeos de apresentações em diversos shows e turnês diferentes, mas a banda é a mesma.


Venus & Mars / Rockshow:


Drive my car
:


Let me roll it:


Blackbird:


Here today (em homenagem a John Lennon):


Eleanor Rigby:


Something
(para George Harrison):


Band on the run:


Live and let die
/ Helter skelter: (Helter skelter com o vídeo da montanha russa é muito doida)


Hey Jude:(imagine 64 mil pessoas cantando ná-ná-ná-ná-rá-ná-nááá, hey Jude!)


Yesterday:


Sgt. Pepper Lonely Hearts Club Band / The End:


The End, foi também a última música gravada pelos Beatles. Curiosamente, é a única em que Ringo fez um solo de bateria. O verso final, mais declamado que cantado, resume bem o que significaram (e ainda significam) os Beatles para sua legião de fãs e admiradores:

"And in the end the love you take is equal to the love you make"


E, para encerrar esse longo post, uma piadinha caseira que aconteceu na saída do show…

Edison - 0109 Saída do Show do Paul McCartney

SET LIST:
"Venus and Mars / Rock Show"
"Jet"
"All My Loving"
"Letting Go"
"Drive My Car"
"Highway"
"Let Me Roll It / Foxy Lady (Jimi Hendrix cover)"
"The Long and Winding Road"
"Nineteen Hundred and Eighty-Five"
"Let 'Em In"
"My Love"
"I've Just Seen A Face"
"And I Love Her"
"Blackbird"
"Here Today"
"Dance Tonight"
"Mrs Vandebilt"
"Eleanor Rigby"
"Something"
"Sing the Changes"
"Band on the Run"
"Ob-La-Di, Ob-La-Da"
"Back in the U.S.S.R."
"I've Got a Feeling"
"Paperback Writer"
"A Day in the Life/Give Peace a Chance"
"Let It Be"
"Live and Let Die"
"Hey Jude"

bis
"Day Tripper"
"Lady Madonna"
"Get Back"

bis
"Yesterday"
"Helter Skelter"
"Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band/The End"


Atualização em 04/12/2010:

Vídeo de agradecimento de Paul ao público brasileiro e argentino

terça-feira, 23 de novembro de 2010

30 anos!

Fui ontem a um jantar em comemoração aos 30 anos de minha formatura na faculdade.

Fazer 30 anos de formado é f… Encontrar os amigos velhos, digo, os velhos amigos, é sempre legal. É hora de revisitar as velhas histórias, ouvir novas versões de histórias antigas, falar mal de quem não foi, descobrir quem morreu etc.

Limitado pelo rigor estatístico que encontros apenas a cada 5 ou 10 anos permitem, nota-se algumas diferenças entre eles:

    • A memória dos participantes não melhora entre um encontro e outro
    • Os cardápios oferecem opções cada vez com menos sódio
    • Os refrigerantes são todos light
    • As letras dos crachás estão cada vez maiores

Para completar, só faltou algum laboratório ou plano de saúde oferecer de brinde a ser sorteado entre os velhinhos um exame de próstata ou uma tomografia do joelho. Ia ser um sucesso!

Edison - 0110 Amigos velhos 1Edison - 0111 Amigos velhos 2

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Coisas da meia idade 14 – Encomendas de viagem

Edison - 0106 Meia idade 14 - Remédios

Paul McCartney no Morumbi

O texto que segue abaixo é fruto da memória e impressões pessoais e tem pouca ou nenhuma base bibliográfica, portanto, perdoem-me as imprecisões.

PMcC 01Depois que os Beatles se separaram (as razões são muitas e variam conforme a fonte e a crença: Yoko Ono, Alen Klein, egos etc.), cada um seguiu seu caminho e meio que renegou o passado então recente. John foi para os EUA com Yoko, George lançou um álbum triplo pra mostrar que também sabia compor, Paul saiu voando com o Wings e Ringo, bem, não sei dizer exatamente o que o Ringo fez.

PMcC 02O fato é que, aonde quer que fossem, o assédio da imprensa e dos fãs era o mesmo, sempre na expectativa de que um dia voltassem a tocar juntos. Nas entrevistas que lemos hoje em dia dá até a impressão de que faltou muito pouco para isso, mas acho bom que não tenha acontecido. Cada um tinha que seguir sua carreira solo. Com a exceção de John, que não teve tempo para isso, eles se juntaram vez por outra para dar uma canja em alguma ocasião especial.

PMcC 03Paul McCartney com o tempo passou a incluir músicas dos Beatles em seus shows. O que ele fez em sua carreira solo é ótimo, mas a omissão nos shows sempre deixava uma vazio para a plateia. Por mais que ele faça, ele sempre será um ex-Beatle. Já bastaria isso para ser um clássico.

Vê-lo ao vivo é mais ou menos o mesmo que ir a um concerto em que Mozart estivesse regendo a sua própria obra. Ou ter ouvido Tom Jobim ao vivo (sim, eu tive esse privilégio).

See you on Sunday, Paul!

P.S. Será uma ocasião de rara e feliz combinação para mim: minha família, Paul McCartney e Morumbi!


Atualização em 27/11: veja o que eu achei do show clicando aqui.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Ouviram do Ipiranga as margens plácidas Norah Jones

A tarde ontem estava nublada com previsão de pancadas de chuva, o que fez a festa dos vendedores de capas. Chegamos ao Parque da Independência, em São Paulo, uma hora antes do show começar. Pegamos uma fila imensa, mas conseguimos entrar e ainda por cima conseguimos um ótimo lugar graças à minha filha que havia chegado antes. No final 22 mil pessoas conseguiram se arranjar de algum jeito para ouvir Norah Jones. Melhor sorte que das outras 18 mil, segundo a organização, que ficaram do lado de fora. O engraçado, mas ao mesmo tempo triste, é que na fila ouvia-se gente perguntar que músicas ela cantava.

Antes dela entrar no palco, apresentou-se o músico Jesse Harris, autor de uma das músicas mais conhecidas de Norah, Don’t know why.

2010-11-14 Norah 05

2010-11-14 Norah 72

2010-11-14 Norah 29

2010-11-14 Norah 20

2010-11-14 Norah 39

2010-11-14 Norah 77

No terceiro e último bis, o guitarrista encaixou uns acordes de Asa Branca. Muito legal.

Norah é muito fofa, os músicos são ótimos e a tarde estava bem agradável. O sol até apareceu para dar uma canja. E não choveu.

sábado, 13 de novembro de 2010

Eu vou!

Ingresso Paul

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

A mensagem

Bip

Essa história se passa num tempo em que o celular ainda não era muito comum e a forma mais barata de se manter em contato com o mundo era possuir um bip ou um cartão telefônico. O bip era como a função de mensagem dos celulares atuais, porém não havia como passá-la diretamente, tinha-se que ligar para uma central que a enviava ao destinatário. Talvez exista até hoje, não sei. O cartão telefônico ainda existe.

Minha esposa tinha um. Como ela estudava em São Paulo, era uma boa forma de mandar um recado ou pedir para ela entrar em contato.

DigbyNum belo sábado de manhã, tínhamos um compromisso e ela havia saido para fazer um trabalho. Combinamos que assim que o Digby, nosso poderoso poodle toy, voltasse do pet shop devidamente banhado e tosado, eu lhe mandaria uma mensagem e ela voltaria para casa.

Dito e feito, quando cheguei com o Digby em casa, liguei para a central de recados e ditei a mensagem:

- Amor, pode vir que o menino já está pelado.

Quando eu estava na última sílaba, me toquei da besteira que havia falado. Fez-se um silêncio constrangedor. A moça, provavelmente muito mais acostumada a ouvir besteiras do que eu a emiti-las, foi mais rápida:

- Senhor, eu não posso transmitir esse recado!

Tentei explicar o inexplicável:

- Não, não é nada disso… minha esposa… o cachorro… pet shop…

Mas ela foi implacável:

- Sinto muito, senhor, mas eu não posso mandar esse recado.

E desligou. O remédio foi ligar novamente e mudar o recado.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

A arte da lixeira

Recebi um pauerpointi legalzinho com o conteúdo abaixo. O texto que explica a origem das fotos e o objetivo do trabalho estão no final deste post.

São vários conjuntos de fotos com o zoom cada vez mais fechado. Tente adivinhar pela primeira foto de que objetos ela foi originada.


1) Por exemplo, isso não é uma pintura impressionista:

Latas 1

Latas 2

Latas 3

São 106 mil latas de alumínio, equivalente ao que é jogado no lixo a cada 30 segundos.


2) E isso, o que é?

Cigarros 1

Cigarros 2

Cigarros 3

São 65 mil cigarros. É o número de cigarros que os americanos menores de 18 anos fumam por mês.


3) Acha assustador isso?

Maços 1

Maços 3

Maços 4

Assustador mesmo é saber que são 200 mil maços de cigarros. Esse também é o número de americanos que morrem a cada seis meses devido ao cigarro.


4) E essa, dá pra adivinhar?

Baterias 1

Baterias 2

Baterias 3

170 mil pilhas e baterias são produzidas (e obviamente descartadas) a cada 15 minutos.


5) Gosto muito dessa:

Copos 1

Copos 2

Copos 3

Quer dizer, gosto da montagem da fotografia, mas não do que representam: 1 milhão de copos plásticos são usados a cada seis horas em voos comerciais.


6) Um dos meus temas prediletos:

Sacos 1

Sacos 2

Sacos 3

Acredite, são os 60 mil sacos plásticos que são usados a cada 5 segundos.


7) Essa é fácil:

Pets 1

Pets 2

Pets 3

Só não será fácil nos livrarmos das 2 milhões de garrafas plásticas usadas a cada 5 minutos.


8) E, por fim, um dos símbolos máximos do consumismo moderno:

Celulares 1

Celulares 2

Celulares 3

São os 426 mil celulares saem de circulação diariamente. Dá pra imaginar?


As fotos são da exposição “Correr os Números, um Auto-Retrato” do fotógrafo Chris Jordan, que chama a atenção para os os milhões de objetos que, diariamente,vão se acumulando no nosso planeta, sem a gente ver.

As cifras foram tiradas de estudos sobre as quantidades de lixo lançadas só nos Estados Unidos.

GIA – Grupo de Impacto Ambiental
Adaptado de: Superinteressante, Edição
Fotos:
www.chrisjordan.com

sábado, 6 de novembro de 2010

Serviço de bordo

Edison - 0107 Serviço de bordo

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

O que é o que é?

2010-11-02 Ligação Jacu-Pêssego 02

(  ) um vulcão habitacional
(  ) um formigueiro humano
(  ) uma favela escalando um conjunto habitacional
(  ) um conjunto habitacional se derretendo em barracos

Deixe seu palpite nos comentários.

Nota: essa foto foi tirada no trecho novo do Rodoanel de São Paulo, ou melhor, na ligação do trecho sul do Rodoanel com a Av. Jacu-Pêssego.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Museu da Língua Portuguesa

2010-11-02 Museu Língua Portuguesa - IngressoAproveitei o feriado hoje para ir a um lugar que há tempos planejo, planejo, mas nunca dava certo, o Museu da Língua Portuguesa. Instalado em um marco histórico da cidade de São Paulo, a Estação da Luz, ocupa três andares do prédio que passou por um cuidadoso processo de restauro e adaptação para receber o museu, inaugurado em 2006. Por apenas R$ 6 (inteira) e acesso super fácil pelo metrô, é um passeio imperdível que pretendo repetir. O acesso e circulação interna podem ser feitos por escadas ou elevadores, com total acessibilidade.

Começamos pelo Auditório, no terceiro andar, onde assistimos a um filminho de 10 minutos que fala sobre as línguas de forma geral e sua importância na história da humanidade. A seguir, a parte mais legal, somos encaminhados para um salão, a Praça da Língua, em que ficamos submersos em algumas das poesias e textos mais significativos da língua portuguesa. Oswald de Andrade, Camões, Fernando Pessoa, Machado de Assis, Gregório de Matos e outros. Simplesmente arrepiante.

No segundo andar, encontramos a Grande Galeria, um telão de 106 metros de comprimento com projeções de filmes que mostram a Língua Portuguesa no cotidiano e na história de seus usuários; tem também a seção Palavras Cruzadas, totens dedicados às influências das línguas e dos povos que contribuíram para formar o Português falado no Brasil; a Linha do Tempo, mostrando a origem e a evolução da Língua Portuguesa, o Beco das Palavras, uma sala muito legal com jogo que permite ao visitante brincar com a criação de palavras, conhecendo suas origens e significados; a História da Estação da Luz; e o Mapa dos Falares, em que se pode ouvir os diversos “falares” do brasileiro.

Por fim, o primeiro andar é inteiramente dedicado ao poeta português Fernando Pessoa. Trata-se de uma exposição temporária, que vai até 30 de janeiro.

Fernando Pessoa

Terminada a visita, pode-se ainda aproveitar e dar uma esticada na Pinacoteca do Estado e no Parque da Luz, para isso basta atravessar a rua. Como já estava meio tarde, deixei essas duas atrações para outra ocasião, mas não resisti e dei uma entrada na própria Estação da Luz, um prédio construído pelos ingleses no início do século XX, com a estrutura metálica importada da Inglaterra. Essa estação teve importância fundamental no crescimento do estado de São Paulo, pois foi graças a isso que ele passou a exportar o café e outros produtos aqui produzidos diretamente através do Porto de Santos, diminuindo a dependência da então capital, o Rio de Janeiro.

2010-11-02 Estação da Luz 01

2010-11-02 Estação da Luz 04

Enfim, o passeio valeu a pena. Afinal, “tudo vale a pena quando a alma não é pequena” (*).


(*) Fernando Pessoa

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