domingo, 28 de fevereiro de 2010

Só de sacanagem…

… vou ser cada vez mais honesto!

sábado, 27 de fevereiro de 2010

O medo da velhice

Recebi esse cartum ontem por e-mail.

Morcegos velhos

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

O homem que sabia javanês

Lima Barreto é um dos escritores clássicos brasileiros. Infelizmente, é daqueles que muita gente só ouve falar quando vai fazer o exame vestibular. Nasceu em 1881, filho de pai e mãe ex-escravos, foi jornalista além de escritor, e morreu em 1922. Defendia ideias libertárias e anarquistas. É autor, entre outras obras, de O triste fim de Policarpo Quaresma (atenção: esse cai no vestibular!) e O homem que sabia javanês (que muita gente já ouviu falar, mas não sabe de onde).

Este último na verdade é um conto escrito por volta de 1911. Nele, dois amigos que não se vêem há muito tempo dialogam na mesa de um bar. Um deles conta seus sucessos profissionais devido a uma habilidade única: proficiência na língua javanesa. Quer dizer, saber javanês ele não sabia, mas como afirmava que sim e, como não aparecia ninguém para contestá-lo, era como se soubesse. Ele começa sua “carreira” como professor de javanês de um velho muito rico e deixa o conto como alto diplomata e funcionário público.

Uma bela parábola, de tema atualíssimo, num mundo cada vez mais cheio de especialistas e enganadores.

A eles, meu cordial ho-bi iu tak!


P.S. Esse post tem uma dedicatória: é para o Iatã, do blog Travessia do Iatã, que me fez recordar desse conto. O que praticamente me obrigou a relê-lo.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Barão de Itararé

Edison - Itararé

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Geoengenharia

Muito se tem discutido sobre o aquecimento global e o que se deve fazer para combatê-lo. Às vezes o assunto até parece unanimidade. Os bons contra os maus.

Aliás, quando algum assunto tende à unanimidade, eu começo a desconfiar que alguma coisa não está bem, principalmente quando um George Soros da vida aparece todo bonzinho em público discursando a favor da liberação de verbas (humm...) para combater o problema.

A unanimidade é burra, dizia Nelson Rodrigues.

Embora não gozem de grande espaço ou prestígio na mídia, alguns poucos cientistas e ambientalistas discordam dos diagnósticos e prognósticos. Nem mesmo o fato de existir um processo de aquecimento global irreversível é aceito por todos, pois vêm nisso o ciclo natural da Terra de aquecimento e arrefecimento.

E, mesmo entre os que aceitam as evidências do processo de aquecimento, há os que questionam o peso da influência do homem no processo. Ou seja, será que vale a pena investir trilhões de dólares em soluções mirabolantes para (talvez) reduzir o aquecimento global em apenas 1 ou 2%?

Claro, ninguém bem intencionado e em sã consciência defende que soluções energéticas mais eficientes deixem de ser buscadas, nem que o lixo e resíduos não sejam corretamente destinados e reciclados, mas esse dinheiro todo não seria melhor empregado em soluções mitigatórias para as populações atingidas pelo efeito do aquecimento? Ou, quem sabe, combater a fome na África hoje, já, não traria isso um benefício maior para a humanidade?

Com tantos interesses econômicos em jogo, e com a perspectiva de enormes ganhos ou perdas, é preciso muito cuidado nas análises.

Na onda das soluções mirabolantes, existem aqueles que pregam que, uma vez que o problema do aquecimento já está instalado, seja qual for a causa, os esforços devem ser dirigidos a manipular deliberadamente os aspectos físico-químicos do ecossistema global e reverter as mudanças climáticas. E isso tem até nome: é a Geoengenharia.

Dentre as soluções propostas por essa turma, temos resumidamente:

- Cidades refletoras – tetos das construções e ruas pintadas de branco.

- Capa de aerosol – balões no céu liberando dióxido de enchofre na atmosfera, reproduzindo o que aconteceu quando da explosão do vulcão Pinatubo em 1995, quando houve um resfriamento da Terra por vários anos.

- Fábrica de nuvens no mar, mantendo o céu sempre nublado.

- Guarda-sol gigante feito de material reflexivo, colocado em órbita a 1,5 milhão de km da Terra (Ponto de Lagrange).

Os visitantes mais antigos deste sítio devem se lembrar de um post em que expusemos uma ideia da minha mãe, que era colocar os sacos plásticos de supermercados em órbita, cumprindo duas finalidades: fazer sombra e dar destino aos referidos sacos. Com a vantagem adicional de poder ser totalmente subvencionada pelo patrocínio das grandes redes de supermercado.

Proteção da camada de ozônio

Fica aqui a nossa humilde contribuição para essa nova ciência!

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Trilha sonora do Verão 2009/2010

Pelo menos aqui pela região Sudeste do Brasil…

1) Chove chuva – Jorge Benjor


2) Quando a chuva passar – Ramon Cruz – por Ivete Sangalo


3) Medo da chuva – Raul Seixas


4) Na rua, na chuva, na fazenda – Hyldon – por Paula Toller

 
5) Primeiros erros (mas só chove, chove…) – Kiko Zambianchi

 
6) E, por fim, a clássica Singing in the rain – Jamie Cullum

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Diálogos 2

Sigo com meu feio hábito de prestar atenção (involuntariamente, é verdade, não dá pra evitar) na conversa dos outros:

1) No supermercado Sonda, pelo autofalante:

- Atenção, Sr. Antônio! O seu compadre Waldemar o aguarda em frente ao caixa 18!


2) Numa loja de materiais de construção:

- Vocês entregam a mercadoria ainda hoje?
- Claro!
- Antes ou depois da chuva?

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Viva él!

Edison - Viva El!

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

A brief history of pretty much everything


Versões

“Nunca acredite em nada que não tenha sido negado oficialmente.”

Claud Cockburn, jornalista inglês

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Quando a faixa comunica mal

No final do ano passado penduraram essa faixa na escola onde cumpro fervorosamente meu dever cívico a cada 2 anos:

2010-01-18 Faixa TRE

Associei-a imediatamente à troca anunciada pelo TRE do sistema de identificação dos eleitores em algumas seções, que passará a ser feita através da impressão digital. Procurei no site do TRE alguma informação sobre se a minha seção estaria incluída no recadastramento, mas não havia nenhuma notícia. O melhor que consegui foi o endereço do cartório eleitoral no qual deveria comparecer.

Como eu sou um gato escaldado, muito mais escaldado do que gato, peguei também o número do telefone do cartório e liguei para saber do quê se tratava, que documento deveria levar, essas coisas.

Para minha surpresa, me informaram candidamente que esse aviso era dirigido apenas aos eleitores que gostariam de alterar o seu local de votação, ou seja, provavelmente uma minoria dos que votam lá. Controlei-me para não xingar a atendente, afinal ela não tinha qualquer culpa.

Ora, será que era muito difícil deixar isso mais claro na faixa?

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Sex machine

Carta

Essa é pra contrabalançar o marido frustrado da tirinha abaixo…
(recebida por e-mail – autor desconhecido)

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Profissões de nossos presidentes

1 metalúrgico
1 sociólogo
1 médico
1 economista
1 engenheiro (1 só? por isso que o Brasil não vai pra frente)
10 militares (10? tudo isso? idem acima)
21 advogados (21?!? cacete! agora não resta mais dúvidas do porquê…)

As profissões dos potenciais próximos presidentes são:

Marina Silva: professora de História
Dilma Roussef e José Serra: economistas
Ciro Gomes: advogado (outro não, não…)

Como certamente diria o Stephen Kanitz: não tem nenhum que seja administrador?

Fonte das profissões: Revista VIP, edição de fevereiro de 2010. Os comentários são meus.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

A idade do frango

Edison - Os dentes do frango

Para se ter uma idéia de como essa piada é velha, achei-a num recorte de jornal de 1969!

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Marquês de Tamandaré

Com o objetivo de dificultar a vida dos falsificadores, as novas notas de Real serão colocadas em circulação a partir do meio deste ano.

Novas notasPor coincidência, tomo conhecimento dessa notícia no mesmo dia em que leio no livro História de Canções – Chico Buarque, de Wagner Homem, a história da canção Tamandaré, uma das músicas menos conhecidas de Chico.

Lançada em 1965, era uma crítica declarada à inflação em que o Brasil estava atolado e brincava com a imagem do Marquês de Tamandaré, personagem que ilustrava a nota de 1 Cruzeiro.

Nota 1 Cruzeiro - frente

Nessa época não existia o AI-5 e a censura era mais branda, ainda nem pensava em perseguir o bom menino de olhos azuis, unanimidade nacional, segundo Nelson Rodrigues, mas a Marinha sentiu-se ofendida e essa veio a ser a primeira música de Chico que foi proibida de circular.

A música foi regravada pelo Quarteto em Cy, em 1991, no CD Chico em Cy, e pode ser apreciada nessa pequena montagem/homenagem a um dos maiores compositores da MPB.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Briga de casal #11: É hoje!

Edison - Amá-la

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

E tome chuva…

Domingo passado, enquanto me preparava para a maratona de colocar panos nas janelas para evitar a entrada de água da forte chuva que se aproximava, fiquei tão impressionado com o vento que batia que fui correndo buscar a câmara:
A chuva que começou a seguir parecia cair na horizontal. Veja o efeito da água no telhado e na calha de uma construção vizinha:
Não admira que o saldo no dia seguinte tenha sido de inúmeras árvores derrubadas. É difícil andar alguns quarteirões sem ver pelo menos uma árvore caída em São Bernardo.

2010-02-01 Resultado da tempestadade em SBC

A esperança é a última que morre mesmo!

 Placa Vencerei em 2006
Foto tirada em 28/01/2010

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

O Barbeiro de Sevilha

O Pica-pau em sua melhor forma. Mais sacana e politicamente incorreto impossível.

Capicuas

Capicua é um termo que os espanhóis usam para designar um número que é igual a si próprio quando lido na ordem inversa. Um ambigrama, portanto.

Eu tenho um amigo catalão que quando ainda morava na Espanha colecionava bilhetes de ônibus cujos números eram capicuas e sempre que me deparo um número assim me lembro dessa história.

Como hoje, por exemplo, dia 01/02/2010, cujos números formam uma data capicua.

Apesar de não constar do meu dicionário (de bolso), parece que os portugueses também usam esse termo, pois achei o blog de um colecionador de capicuas português (http://capicuasdojota.blogspot.com/), onde pode-se ver um exemplo dos tais bilhetes de ônibus.

Nota: programei esse post para ir ao ar às 12:21 hs, por motivos óbvios.

Atualização às 19:50 –> como bem lembrou o Fernando J. num comentário, esse “fenômeno” também é conhecido como palíndromo. Aliás, para ver mais alguns palíndromos clique aqui: A droga do dote é todo da gorda.

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