sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Paul McCartney no Morumbi

O texto que segue abaixo é fruto da memória e impressões pessoais e tem pouca ou nenhuma base bibliográfica, portanto, perdoem-me as imprecisões.

PMcC 01Depois que os Beatles se separaram (as razões são muitas e variam conforme a fonte e a crença: Yoko Ono, Alen Klein, egos etc.), cada um seguiu seu caminho e meio que renegou o passado então recente. John foi para os EUA com Yoko, George lançou um álbum triplo pra mostrar que também sabia compor, Paul saiu voando com o Wings e Ringo, bem, não sei dizer exatamente o que o Ringo fez.

PMcC 02O fato é que, aonde quer que fossem, o assédio da imprensa e dos fãs era o mesmo, sempre na expectativa de que um dia voltassem a tocar juntos. Nas entrevistas que lemos hoje em dia dá até a impressão de que faltou muito pouco para isso, mas acho bom que não tenha acontecido. Cada um tinha que seguir sua carreira solo. Com a exceção de John, que não teve tempo para isso, eles se juntaram vez por outra para dar uma canja em alguma ocasião especial.

PMcC 03Paul McCartney com o tempo passou a incluir músicas dos Beatles em seus shows. O que ele fez em sua carreira solo é ótimo, mas a omissão nos shows sempre deixava uma vazio para a plateia. Por mais que ele faça, ele sempre será um ex-Beatle. Já bastaria isso para ser um clássico.

Vê-lo ao vivo é mais ou menos o mesmo que ir a um concerto em que Mozart estivesse regendo a sua própria obra. Ou ter ouvido Tom Jobim ao vivo (sim, eu tive esse privilégio).

See you on Sunday, Paul!

P.S. Será uma ocasião de rara e feliz combinação para mim: minha família, Paul McCartney e Morumbi!


Atualização em 27/11: veja o que eu achei do show clicando aqui.

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