sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

O saco

Edison - O saco

Em um momento de absoluta ausência de pensamentos mais construtivos, medito abobristicamente sobre o tema dessa velha piada.

Realmente, taí uma grande invenção. Se os homens tivessem que carregar seus grãos ao sabor do vento, imagine o risco que haveria de perdê-los. Já pensou, numa festa, alguém gritando “parem a dança, ninguém dá mais nenhum passo! perdi uma!”. Ou, em casa, “benhê, você viu minhas bolinhas por aí?”. Isso sem contar o desconforto de ter sempre uma das mãos ocupadas. Os restaurantes mais chiques manteriam uma bandejinha de prata - oh, céus! - onde as colocaríamos antes de lavar as pontas dos dedos na água de colônia. Por último, mas não menos importante, o saco é uma incomparável almofadinha para apoio e repouso do guerreiro.

Por outro lado, certamente haveria algumas vantagens em tê-las separadas do corpo:

  • poder sentar-se sem que a cueca lhe faça um “8” no saco;
  • na hora de jogar futebol poderíamos deixá-las no vestiário, seguramente trancadas dentro de um armário, e ficar sossegadão na barreira, preocupados apenas com o nariz; e
  • a vasectomia poderia ser feita sem estar de corpo presente, bastando mandar o material por moto-boy.

Claro, seria prudente contratar um bom seguro.

Um comentário:

Fernando J. Pimenta disse...

Teríamos todos de ter um seguro bilionário!

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