terça-feira, 30 de junho de 2009

Briga de casal 2

Edison - Briga de casal 2

Versão Bitstrips em inglês:

Edison - Briga de casal 2i

domingo, 28 de junho de 2009

Briga de casal 1

Essa piadinha veio por e-mail. Na verdade trata-se de uma série de piadinhas sobre brigas de casal. Desenhadas ficam melhores que lidas. Então lá vai a primeira:

Edison - Briga de casal 1

E agora uma versão da mesma piada (em inglês) utilizando o Bitstrips:

Edison - Briga de Casal 1i

sábado, 27 de junho de 2009

O legado de Michael

Além de inúmeros fãs, Michael Jackson deixa também uma legião de Maicons por esse Brasil afora.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Michael Jackson e suas vendas

Michael Jackson, em que pese sua qualidade e originalidade artística, foi um dos primeiros e mais bem sucedidos sucessos fabricados pela televisão. Depois dele os clipes musicais nunca mais foram os mesmos. Ironicamente, foi a mesma televisão quem destruiu sua imagem. É verdade que ele também contribuiu para isso.

Parece unânime entre todas as fontes que eu consultei que ele vendeu (até ontem) perto de 750 milhões de discos. Já a informação sobre seu álbum mais vendido, Thriller, varia muito, entre 50 a 104 milhões de cópias. Por que essa variação? Será tão difícil essa contabilidade?

É complicado acreditar nos números divulgados pelas gravadoras, embora ela seja a única fonte a ter o número exato uma vez que fabricou os discos, mas é também a maior interessada em superfaturar esse número, pois muita gente compra o disco só porque os outros estão comprando. Vende muito porque vende muito. Ponto.

Bom, mas o que me causa estranheza é que mesmo considerando o número maior de 104 milhões de discos, isso representa apenas 13,8% do total vendido. Para que isso acontecesse, Michael Jackson teria que lançar pelo menos mais 13 discos com metade dessa espetacular marca de 104 milhões! Não me parece nem um pouco plausível.

Eu e minha eterna chatice com os números publicados pela imprensa…

Atualização em 04/07/2009, com um gráfico da Veja:

Michael Jackson

Então, esses são os álbuns mais vendidos. Somam 213 milhões. Onde estão os outros 537 milhões?

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Eu sou Fiscal do Sarney

Fiscal do Sarney

Esse bottom foi lançado no início do Plano Cruzado, em 1986, na primeira tentativa de Sarney de controlar a descontrolada inflação de então. Tinha como um de seus pilares o controle de preços e, para tanto, ele delegava a cada cidadão a função de “Fiscal do Sarney”. Só serviu para alimentar o Jornal Nacional e seus concorrentes de cenas deprimentes.

Está na hora de ressuscitar essa campanha, só que dessa vez com sinal trocado. Nessa eu embarco. Participe você também!

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Pioneer

Após o término do ciclo de viagens à Lua conduzidas pelo Programa Apollo, a NASA começou a mirar seus foguetes para os planetas mais distantes. Marte e Vênus já vinham sendo explorados por sondas tanto dos EUA quanto da URSS. Agora era a vez de Mercúrio e Júpiter.

No início dos anos 70 as sondas Pioneers 10 e 11 partiram dos EUA em direção à Júpiter com a missão de fazer um sobrevoo pelo planeta e obter informações sobre campos magnéticos, alterações no ventos solares e outras coisinhas mais. Cumprida a missão, elas iriam prosseguir numa viagem sem fim pelo universo afora. E assim foi.

Contando com a possibilidade de ser achada por seres extraterrenos, as sondas levam consigo uma placa de ouro com algumas informações sobre sua origem e o povo que as criou:

Placa Pioneer

Na placa há um diagrama com 14 pulsares, que para seres tecnologicamente desenvolvidos indica onde fica o Sol, um esquema simples do Sistema Solar mostrando que a sonda saiu do terceiro planeta, e um casal nu na mesma escala de um esboço da sonda mostrando a proporção dos seres que a enviaram ao espaço.

Porém, essa simples e bem intencionada plaquinha provocou uma celeuma em seu próprio planeta. Jornais e televisões ficaram constrangidos em exibir pessoas nuas às famílias americanas. Um jornal borrou as genitálias do casal e o seios da mulher para não ofender a seus leitores. Outro denunciou a NASA por utilizar dinheiro público para lançar obcenidades ao espaço. Feministas ultrajadas reclamaram que a figura feminina ficou ligeiramente atrás do homem e, por não estar também com a mão levantada e parecer olhá-lo com admiração, denotaria uma posição de submissão. Outros reclamaram que o casal representaria um grupo muito limitado da humanidade.

Dizem que uma imagem vale por mil palavras, mas nesse caso a polêmica que se ergueu em torno da placa revelou muito mais sobre a raça humana do que a figura em si.

Fonte: This New Ocean – The Story of The First Space Age, de William Burrows.

domingo, 21 de junho de 2009

Rubinho

Edison - Rubinho.jpg

Eu sempre imaginei como é que eles se ajeitam no cockpit com aquele macacão apertado…

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Onde está Wally?

Onde está Wally 2

Quem se lembra daqueles livros infantis em que a diversão era procurar um determinado personagem, o Wally, geralmente no meio de um monte de gente numa praia, num parque de diversões ou em outras situações de muita poluição visual? Em algumas páginas a gente ficava um tempão até achar o dito cujo.

Pois bem, divirta-se com a versão atualizada do jogo!

A propósito, nesses tempos de magérrimas vacas em termos de alegrias proporcionadas pelo meu Tricolor, minha maior diversão futebolística ultimamente tem sido ver a Globo fazendo propaganda para o Sílvio Santos. Há-hái!

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Ora, por que não?

Ouvi no noticiário do rádio agora há pouco um deputado ou senador, não sei quem era pois perdi o início da entrevista, declarando a propósito da intenção de Lula de se reeleger num eventual terceiro mandato (*) que isso é “contra o princípio democrático da alternância de poder, e que o mesmo serve tanto para o presidente da República quanto para um presidente de clube ou sindicato”, ou algo parecido.

Sem querer entrar no mérito se reeleição ad eternum é certo para o Lula ou qualquer outro (**) e juntando essa entrevista com o discurso de ontem do “Excelentíssimo” Sen. José Sarney em que ele diz que está naquela casa há 50 anos, de repente me ocorreu o seguinte:

Por que também não estipular o máximo de 2 mandatos também para vereadores, deputados e senadores? Por que o limite só para o Poder Executivo? Não deveria o Legislativo também ter essa limitação? Ambos estão lá por causa do (ou apesar do) meu voto. E por que só eles podem se candidatar a qualquer outro cargo no meio de seus mandatos sem se desincompatibilizar totalmente com o cargo para o qual foram eleitos? (***)

Cá entre nós, simples mortais, será que não teríamos algo a ganhar com isso? Se o cara for muito bom, tudo bem, pode voltar 4 anos depois e ficar mais 8, mas nesse meio tempo pagará impostos como todos nós em vez de viver deles.

Sarney 
(*) ou melhor, de seus correligionários, porque ele mesmo jura de pés juntos que não quer.

(**) particularmente eu acho que 1 mandato pode ser pouco, 2 só se o cara for muito bom e três nem se ele for demais (ou ela).

(***) a resposta para tantas e ingênuas perguntas é que são eles mesmos que teriam que votar essa mudança, ou seja, jamais farão alguma coisa para largar o osso.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Inversão de valores

A cada dia que passa a educação no Brasil desce um pouco mais a ladeira.

Um amigo meu, que dá aula em escola pública, nos conta histórias horripilantes de alunos que passam a aula escutando seu mp3, e quando são chamados a atenção reclamam aos pais ou simplesmente dão de ombros, trocam mensagens no celular e o atendem no meio da aula. Isso para não mencionar as ameaças que ele recebe fora da escola de alunos e pais.

Não na mesma proporção, mas esse tipo de comportamento se repete também em cursos universitários.

Um outro amigo me contou que certa vez, enquanto dava aulas de matemática num curso supletivo, repreendeu um aluno que lia um jornal dizendo que seria bom para ele mesmo prestar atenção à matéria se quisesse ser alguém na vida. Ao que o aluno respondeu:

- Tudo bem, mestre. Meu pai tem uma indústria, eu só estou aqui para pegar o diploma e deixar o velho contente.

Nesse momento meu amigo perdeu uma grande chance de ficar calado. Sem perceber que estava se metendo em um atoleiro insistiu:

- É, mas se você não estudar, quando estiver tomando conta do negócio de seu pai, você poderá colocar tudo a perder!

- Que nada, quando eu ‘tiver tomando conta do negócio, eu contrato um cara bom igual ao senhor…

Foi o último dia de aula que ele deu.

Recebi esse cartum hoje por e-mail. Só para não abrir mão de um chavãozinho: seria cômico se não fosse trágico.

As coisas mudaram

Complemento com a tirinha indicada pelo leitor R.F.:

Educação

domingo, 14 de junho de 2009

O chato

- Ô, carinha, que bom te ver por aqui!

- Oi, tudo bem?

- Tudo. Pô, meu, você está com os cabelos todos brancos!

- É, na verdade eu pinto de branco que é pra poder andar de ônibus de graça…

- Ahaha! Boa essa, sempre espirituoso! Mas essa sua barriguinha cresceu desde a última vez que a gente se viu, hein!

- É que eu tenho comido muita coisa boa ultimamente… você é que não mudou nada, né?

- Você acha?

- É, continua o mesmo chato de sempre…

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Dia dos Namorados

Dia dos Namorados

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Santa invenção!

Tem algumas coisas que a gente só percebe que são boas quando acabam. Digo, não por falta de reconhecimento de que são boas, mas por falta de condição de reparar nisso enquanto elas acontecem. Ainda não está claro? Vou dar um exemplo: dormir.

Alguém já pensou enquanto dormia “ai, que bom que estou dormindo”? Nãããão, a não ser que tenha tido um sonho mais doido que este texto.

Você está lá, dormindo o sono dos justos em pleno dia inútil (de segunda a sexta), quando…

TRRRRRRRRRRRRRIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIMMMMMMMMMMMM!

O maldito despertador te traz de volta à realidade.

Abre parênteses. Quando eu me aposentar (vai demorar muito ainda, infelizmente), já elegi como ato simbólico atirar o despertador pela janela. Fecha parênteses.

Muitas vezes misturamos o barulho do despertador, mesmo que não seja esse trim irritante mas uma musiquinha, com o sonho que estávamos tendo.

Sono doi. E sentimos isso nesse momento. Pensamos em frações de segundo coisas como: “já?”, “não é possível!”, “que dia é hoje?” e outras coisas feias e impublicáveis em um blog distinto como esse.

Mas eis que entra em campo essa maravilhosa invenção: o botão soneca, ou snooze para os que têm despertadores mais antigos ou pretenciosos como o meu.

Ah, que delícia poder apertar o botãozinho da soneca, virar para o lado e curtir mais alguns minutos da cama, especialmente em dias frios como os que tem feito. Pena que dure tão pouco.

Para prolongar essa sensação orgásmica, conheço gente que coloca o despertador para tocar meia hora antes só para usar e abusar da soneca. Confesso que sou um. Mas aposto que você também faz isso.

Muito provavelmente o inventor do botão soneca jamais será canonizado, mas merecia, pois é uma santa invenção!

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Lei Seca

Esse campanha apareceu nos EUA quando da promulgação da Lei Seca, no início do século passado:

Lei Seca.jpg

Isso ajuda a explicar porque a lei não durou muito. Você, por exemplo, teria deixado de beber?

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Papai na cozinha

Edison - Papai na cozinha

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Sempre tem um filho da puta

Picapau

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