sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Parede verde, papai verde


- Pai, eu queria pintar o meu quarto!

- Ah, Paty, agora não dá, custa caro e eu já me prometi pra mim mesmo que nunca mais ia me meter a pintar uma parede...

- Então eu compro a tinta e pinto, você só me ajuda protegendo com a fita crepe e arrumando a bolha da parede!

E lá fomos nós comprar a tinta. Verde. Comprei o resto: fita crepe, lona preta, rolo, pincel, lixa, massa corrida etc. Dica para quem vai pintar sua casa: o custo total da pintura equivale a três vezes o preço que você paga pela tinta, sem contar a mão de obra.

Ontem, penúltimo dia de férias, fiz minha parte. Protegi os cantos com a fita crepe, tirei as tomadinhas e espelhinhos, consertei a massa da parede e ainda dei um fundo branco numa parede que tinha cor diferente.

À noite, lá vem ela:

- Ah, pai, sabe o que é, eu queria dormir no meu quarto já nesse fim de semana, você não quer pintar amanhã para mim? Falta tão pouco...

Pedido feito com jeitinho + coração mole = filha vitoriosa

E lá fui eu, ao som de Beatles, em homenagem à dona do quarto, pintar o dito cujo.

Acabei agora. O quarto está verde. Eu também. E é melhor parar por aqui porque acabo de notar que o teclado também está ficando.

Um comentário:

Marília disse...

Pai é pai, não é, Paty?

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