sexta-feira, 25 de julho de 2008

Série Olímpica - Os atletas brasileiros


Gustavo Borges, Robson Caetano, Vanderlei Cordeiro de Lima, Xuxa (o nadador), Eder Jofre, Aurélio Miguel, José João da Silva, Joaquim Cruz, Diana dos Santos...

De tempos em tempos surge no Brasil um atleta de ponta que, com muito esforço próprio, alguma sorte e diminuta ajuda oficial, consegue que todos juntos, num só coração, gritemos: prá frente Brasil, Brasil! A gente raramente sabe de que esporte virá esse atleta e, geralmente, não é o cara que todos prognosticavam como tal.

Em toda Olimpíada é certo que vamos encontrar um atleta americano, russo, cubano etc. destacando-se em uma prova de atletismo. Dificilmente ele ou ela será o mesmo que se destacou nos jogos anteriores, salvo exceções notáveis como Carl Lewis, Edwin Moses, Alberto Juantorena, Sergei Bubka e outros, que como exceções devem ser tratados.

E é natural que assim ocorra, pois no limite de esforço em que eles disputam, é muito provável que o pico de cada um seja atingido, superado e logo surja outro para lhe tomar o lugar.

No Brasil não. Com a desfartura de atletas de altíssimo nível, nós ficamos torcendo para que o atleta bem sucedido da Olimpíada anterior faça o mesmo papel na seguinte. E eles até que fazem o melhor possível para não desapontar a galera.

O mesmo vale para outras competições. O Guga, por exemplo, foi tri-campeão em Roland Garros e continuou a ser cobrado pela torcida a ganhar sempre, mesmo com todos os problemas físicos pelos quais passou. Salvou-o a despedida digna que teve.

Nossos atletas são ótimos, o problema é que eles não são eternos...

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