sexta-feira, 13 de junho de 2008

Um pouco mais sobre os paradigmas


Observe a figura abaixo por 10 segundos:




Depois, olhe a próxima figura. O que você vê? Uma mulher? Qual a idade dela? Que tipo de roupa ela está vestindo?


Provavelmente você dirá que é uma mulher com pouco mais de 20 anos, bonita, com um nariz delicado etc.

Mas e se alguém lhe disser que é uma senhora na casa dos 80 anos, com um ar triste e um nariz grande? Seria uma bruxa?

Talvez você chamasse esse alguém de louco. Quem teria razão?

Olhe de novo. Consegue identificar a velha senhora? Notou o nariz grande? E o xale?

Tente algo diferente, olhe para a figura no final deste tópico e volte para olhar a figura acima. Viu a senhora agora?

Pois é, a primeira e a última figuras são como os paradigmas que carregamos em nossas vidas. São como mapas que utilizamos para referência.

Se 10 segundos olhando a primeira figura já nos deu uma certeza absoluta do que estava desenhado na segunda (estava mesmo?), imagine o que a soma as experiências que temos ao longo de nossas vidas pode fazer com nossa opinião sobre tudo e todos.


Vemos o mundo não como ele é, mas como nós somos.

Os paradigmas são a nossa fonte de atitudes e comportamentos. E segui-los é a nossa forma de sermos íntegros e coerentes. Não é errado agir conforme nossos paradigmas, muito menos tentar mudar nossas atitudes e comportamentos.

O que precisamos aprender a fazer é constantemente examinar os paradigmas básicos a partir dos quais nossos atos são gerados. E ouvir sempre.




Extraído e adaptado de “Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes”, de Stephen R. Covey


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